Resenha do o principe- maquiavel

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  • Publicado : 13 de março de 2013
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Resenha Do Príncipe De Maquiavel

O autor é italiano natural de Florença o mais alto funcionário da Segunda Chancelaria de Florença teve oportunidade de fazer várias viagens diplomáticas, onde pode conhecer grandes personagens da época. Como escritor publicou entre outras obras como “A Mandrágora”, “A arte da Guerra”, “Comentário sobre a Primeira Década de Tito Lívio”.
A presente obra é umlivro de orientação prática de algumas ações políticas que o príncipe deve fazer para conquistar e se manter no poder. O escrito se desdobra em 26 capítulos.
No primeiro capítulo, “Os vários tipos de Estado, e como são instituídos”, apresenta dois tipos de principados o hereditário e o adquirido, e aponta quais são as duas formas de como o governante chega ao poder uma pela virtude e outra pelafortuna.
No segundo, “As monarquias hereditárias” afirma que o principado hereditário é o mais difícil de ser conquistado, e mais fácil de manter o poder, pois o povo está acostumado a ser dominado pelos seus governantes.
O terceiro, “As monarquias mistas”, o autor apresenta qual o método que o soberano deve fazer para conquistar o Estado. A primeira ação que o príncipe deve tomar é eliminar alinhagem do principado anterior, e a segunda não mudar o costume do povo conquistado e a terceira ação o soberano deve fixar sua resistência no local conquistado, além do conquistador deve se afastar dos poderosos, pois estes podem conspirar futuramente contra o governante.
No quarto, “Porque razão o Reino de Dário, que Alexandre havia ocupado não se rebelou contra seus sucessores após a morte deAlexandre”, Maquiavel responde esse questionamento mostrando duas formas de como o principado é governado: o príncipe com o seu ministro tem maior poder para governa, e a outra forma de governo é o príncipe governando junto com nobres com títulos não dado pelo soberano, mas pela nobreza de sangue, já é mais difícil de governar.
No quinto, “O modo de governar as cidades ou Estado que antes conquistastinham a sua próprias leis” (p. 49-50), o autor aponta três caminhos que o governante deve tomar nessa situação: a primeira é destruí-los; a segunda transferir a residência do soberano para o local conquistado, e a terceira é deixar o povo viver na sua antiga lei cobrando somente impostos.
No sexto, “Os novos principados conquistados pelo valor e as próprias artes” (p.51-53), apresenta algunsexemplos de alguns conquistadores que chegaram ao poder pelo valor, e não pela fortuna. Citando o exemplo de Moíses, Ciro, Rômulo e Teseu.
No sétimo, “Os novos principados conquistados pela fortuna” (p. 54-63), diz que aqueles que conseguem o poder pela fortuna (sorte) devem fazer de tudo para adquirir o valor, pois caso esse governante vai se destituído do poder e coloca o exemplo de César Borgiapara demonstrar sua teoria.
O Oitavo, “Os que com atos criminosos chegaram ao governo de um Estado” (p. 64-69), Maquiavel cita alguns exemplos de como algumas pessoas chegaram ao poder pelos crimes, e afirma que se o soberano que se manter no poder deve sempre moderar a sua forma bruta usando-a de maneira racional.
Nono, “O principado Civil” (p.70-74), apresenta um exemplo de um cidadão quechega ao poder, ou por ajuda do povo ou pela aristocracia e afirma que é mais fácil deste príncipe se manter no poder apoiado pelo povo do que pelos ricos, por esse motivo o monarca deve sempre encontrar uma maneira para que os seus súditos sempre permaneçam fieis.
No décimo, “Como avaliar a força do Estado” (p.75-77), para que o soberano possa se manter no poder é necessário pensar em montar um bomexército para a proteção da cidade e ter apoio do povo.
Décimo primeiro, “Principado Eclesial” (p.78-80), o autor diz que esse tipo de principado tem mais facilidade de se manter no poder, pois a Igreja tem um poder temporal, por isso que sua estrutura é sólida não correndo o risco de ser disposto.
Décimo segundo, “Os diferentes tipos de milícias e de tropas mercenárias” (p. 81-86), Maquiavel...
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