Resenha do livro o futuro do estado 'dalmo de abreu dallari'

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  • Publicado : 24 de maio de 2012
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1 TEMA

O FUTURO DO ESTADO

2 RESENHA
A uma gama de pontos de vista sobre o Futuro do Estado, ainda assim, existem dúvidas a respeito, o livro o Futuro do Estado nos traz uma interessante oportunidade para verificação das diversas correntes de pensamento. Podemos vislumbrar o modo pelo qual o desenvolvimento contínuo de distintas formas de atuação garante a contribuição de um grupoimportante na determinação dos modos de operação convencionais. Dentre elas há três grupos específicos que tem teorias que preconizam a alteração da quantidade de estados, ou seja: as que afirmam que haverá um Estado Mundial, as que sustentam que todos os Estados irão desaparecer e aquelas para as quais haverá no mundo um pequeno número de super- Estados. Há ainda um quarto grupo, que é o dos que não sereferem ao número de Estados, que acreditam em uma transformação para melhor nos Estados existentes, que eliminará os conflitos, pois haverá condições semelhantes para todos.
Desde os tempos mais remotos a busca pelo conhecimento do futuro têm sido incessante, nas sociedades de uma maneira geral tudo se faz em função do futuro, o autor ressalta o cuidado que se deve ter para que isto não se torneuma obsessão. Há que se levar em conta também as conseqüências que podem haver para a sociedade em geral, devido à adaptação as mudanças que às vezes são demasiadamente bruscas. A percepção das dificuldades facilita a criação dos procedimentos a serem adotados.
A predição é necessária, porém não devemos nos basear apenas nisso, devemos levar em conta também a cultura de cada sociedade eestabelecer um patamar no qual as normas e leis tornem a convivência possível. A complexidade dos estudos efetuados por autores com diversos conceitos diferentes de Estado tornam indispensável à fixação de um conceito, evitando-se assim divergências decorrentes da diferença de concepções. Por outro lado, a consolidação das estruturas nos obriga à análise dos conceitos pré- existentes. O autor cita tambémDavid-Easton que assinala essa extrema diversidade, observando a raridade de vezes em que o homem têm discordado tão acentuadamente a respeito de um termo. Existem inúmeras definições de estado, que são responsáveis por essa discrepância. O Estado está presente em todo o âmbito da vida social. Na maioria das vezes tudo o que é feito pelo indivíduo é logo relacionado com a repercussão que poderiacausar no âmbito social, isso já é o suficiente para se explicar uma eventual interferência do Estado.
Embora um autor ou outro acredite que a causa de todos os males , o grande inimigo dos interesses individuais e também das virtudes seja o Estado, atualmente são cada vez mais raras estas afirmações. Em contra partida à aqueles que endeusam o Estado, colocando-o como propiciador de todos osbenefícios e fonte própria da moral.A participação do Estado em todo o contexto social tem limites absolutamente indefinidos, pois é difícil estabelecer quem recebe e quem determina as determinações no âmbito particular e público. O estado passa por períodos permanentes e momentâneos, que embora não seja fácil deve-se procurar distinguir esses momentos, haverá os que nem chegarão a ser percebidospor serem ainda embrionários ou muito mal delineados. Se estes elementos forem identificados com grande número de acertos, mais perfeita será a análise, com mais chances de se indicar futuríveis realizáveis. Os elementos classificados como momentâneos deverão ter um curto período de duração, por representarem circunstâncias ocasionais ou superficiais. É de suma importância que se faça a distinçãodesses períodos para que não se faça predições de futuro, através de elementos que sequer serão conhecidos no futuro por serem restritos a breves períodos históricos ou a aspectos superficiais da realidade social. É preciso evitar a tentação de acreditar que a humanidade atingiu o máximo de sua capacidade de utilização da inteligência. Pois o ser humano de modo geral, está em constante evolução...
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