Resenha do livro sócartes e jesus - o debate

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  • Publicado : 21 de novembro de 2011
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O livro intitulado Sócrates e Jesus, o Debate, de Peter Kreeft, é uma obra fictícia e imaginária de Sócrates no mundo moderno. O autor escreveu este livro inspirado pelo primeiro capítulo de Philosophical Fragments, no qual se compara Jesus a Sócrates e pelo capítulo 17 do Livro Canônico de Atos dos Apóstolos, no qual narra o Apóstolo Paulo, discípulo de Jesus, indo até a Grécia e ensinando oCristianismo puro aos discípulos de Sócrates que buscavam a verdade absoluta através de concepções filosóficas.
Devido à grande influência destes dois homens na história do mundo ocidental, Peter decide criar um encontro inverso ao texto bíblico. Sócrates, se encontrando com discípulos de Jesus no mundo moderno, onde o Cristianismo está contaminado com inúmeras heresias, a verdade passou a serrelativa e usa-se pouco a Filosofia como ferramenta para buscar novamente uma verdade absoluta.
Sócrates agora está numa Universidade, intitulada Havalarde, a mais de dois mil e trezentos anos após sua morte para aprender sobre os mistérios de um homem chamado o Cristo. Jesus de Nazaré que assim como o filósofo grego, foi morto pelos líderes religiosos por apresentar novas concepções a respeito daverdade de Deus, passa a ser o foco de curiosidade para o filósofo alcançar a verdade.
No primeiro capítulo de Sócrates de Jesus, o Debate, o filósofo acorda de um aparente sono na fictícia Universidade Havalarde. Após lembranças de que estava ingerindo veneno, não por sua própria vontade, mas por imposição dos líderes de sua época, tem contato pela primeira vez com uma pessoa do mundo moderno. Aprincípio, pensando estar no Paraíso, fica surpreso ao descobrir através do personagem chamado Flanagam que está num Centro de Estudos e matriculado no curso de Teologia há muitos anos após sua última recordação.
No capítulo seguinte, o pensador grego começa a conhecer as transformações que o mundo sofreu. Após alguns passeios pela faculdade, o ateniense admirado pelo que está vendo éreconhecido por uma estudante chamada Bertha que passa a ser sua amiga e companheira no decorrer do livro. Sua mais nova amiga mostra alguns dos progressos da humanidade. Sócrates, o pai da filosofia, começa a usar sua ferramenta para algumas indagações quanto a este progresso. Pode ser chamado progresso o fato das pessoas criarem meios de locomoção que as deixam sedentárias, perdendo assim o hábitoprazeroso de caminharem longas distâncias? Porque as pessoas preferem habitar lugares devastados, como imensas cidades ao invés de lugares muito mais saudáveis como as áreas rurais? Como podemos ser felizes, se não temos tempo para momentos a sós de reflexão? Com isso Sócrates coloca em evidência uma grande questão: Seria o progresso de fato um progresso? As pessoas são mais felizes hoje devido aoprogresso?
Sócrates pela primeira vez ouve falar sobre Jesus. O capítulo 3 narra a estudante da Universidade e o filósofo da Antiguidade debatendo sobre o conceito de fundamentalismo e a doutrina ensinada por Jesus Cristo sobre o novo nascimento. Enquanto a habitante do mundo moderno faz críticas a respeito de questões como a salvação e a condenação do homem, o pensador do mundo antigo começa atrazer questão sobre este assunto, deixando a personagem, chamada Bertha, muito confusa com as concepções filosóficas usadas por Sócrates. Nesta parte do livro, o homem de Atenas, começa a conhecer e a admirar a filosofia de um homem chamado o Cristo e percebe que a realidade da estudante é acreditar e criar opiniões sem usar a ferramenta da filosofia.
Peter Kreeft aborda questões sobre o mal, opecado, a bondade e o perdão de Deus no capítulo quarto de seu livro, intitulado Doces Confissões. Sócrates e Bertha debatem sobre concepções de crenças e leva a estudante a uma série de reflexões. Confrontando a maneira de sua amiga firmar suas verdades, o filósofo rebate o fato de pessoas construírem conceitos por puro comodismo, ou seja, aprendemos aquilo que nos é falado e tomamos isto como...
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