Resenha do livro pedagogia da autonomia

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  • Publicado : 28 de outubro de 2012
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do Paulo Freire começa o capítulo dois lembrando que numa perspectiva progressista ensinar não é transferir conhecimentos, mas sim criar as possibilidades para a sua própria produção ou construção, chama a atenção para o fato de que isso não precisa apenas ser apreendido pelo educador e pelos educandos, mas que precisa ser testemunhado e vivido todos os dias, educador e educandos não podem apenasdiscursar sobre praticas corretas da pratica educativa eles precisam vive-las. Seguindo essa linha de pensamento Paulo Freire trata da questão da consciência do inacabado, do reconhecimento de ser condicionado, respeito à autonomia do ser do educando lembrando nesse momento que esse respeito à autonomia e à dignidade de cada um faz parte da ética do educador e não um favor que o mesmo pode ou nãoconceder aos educandos, trata da questão do bom-senso como um "aliado" do professor para que este tenha a virtude de compreender que o comportamento do Pedrinho, quieto, calado tenta mostrar algo, um descontentamento, uma necessidade talvez que próprio Pedrinho não é capaz de dizer ou fazer, não deixa de ressaltar a importância da humildade, tolerância e luta em defesa dos direitos doseducadores, luta essa que deve ser entendida como um momento importante de sua prática docente, enquanto pratica ética, outro saber que pra o autor é fundamental à experiência educativa é o que diz respeito à sua natureza, o professor precisa se mover com clareza na sua pratica, precisa conhecer as diferentes dimensões que caracterizam a essência da pratica o que pode o tornar mais seguro no própriodesempenho, ou seja, o mesmo precisa ter apreensão da realidade, fala ainda no capitulo dois da alegria e esperança, convicção de embora diante da realidade pareça difícil mudar é possível e ainda da curiosidade como exigências na pratica educativa.
Freire no capitulo três diz crer que uma das qualidades essenciais que a autoridade docente democrática
No segundo capítulo ele retoma em sua fala anecessidade dos professores criarem as  possibilidades para a produção e construção  do conhecimento por parte dos alunos, num processo em que ambos professor X aluno não se reduzem à condição de objeto um do outro.  Freire na pág. 47, insiste que “... ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para sua própria produção ou a sua construção, e que o conhecimento precisa ser vividoe testemunhado pelo professor”.
Esse raciocínio existe porque somos seres humanos e, temos consciência que somos inacabados, e é também esta consciência que nos motiva a pesquisar, conhecer e mudar “o que está condicionado, mas não determinado” (pág. 53). Passamos assim, a ser sujeito e não apenas objeto da nossa história, pois não devemos ver situações como fatalidades e sim estímulo paramudá-las.
O “bom senso” do professor diz para sermos coerentes, diminuindo a distância entre o discurso e a prática (pág.61). Ele é quem vai dizer se a autoridade na sala de aula não é autoritarismo e também deixa claro a ele que há algo que precisa ser sabido frente a algum problema.
Ensinar exige humildade, tolerância e luta em defesa aos direitos dos educandos e exige também, a apreensão darealidade, conforme afirma o autor na pág.66. Também exige a convicção de que a mudança é possível, pois a história deve ser vista como uma possibilidade e não uma determinação. Para vermos mudanças, precisamos ter esperanças, ensinando e produzindo junto aos alunos. O educador não deve inibir ou dificultar a curiosidade dos alunos, muito pelo contrário, deve estimular, desenvolvendo sua própriacuriosidade, envocando cada vez mais a imaginação, e a intuição.
"O professor que pensa certo deixa transparecer aos educandos que uma das bonitezas de nossa maneira de está no mundo e com o mundo, como seres históricos, é a capacidade de, intervindo no mundo, conhecer o mundo."(p.28)..."Educar é substantivamente formar."(p.33)... "A mim me dá pena e não raiva, quando vejo a arrogância com que á...
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