Resenha do filme freud alem da alma

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INSTITUTO FEDERAL DO CEARÁ-IFCE

LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA

BASE SOCIO-ANTROPOLÓGICA DO MOVIVENTO HUMANO

PROFESSOR: JOSÉ CARLOS

ALUNA: SHEILA SILVA GONÇALO



















FICHAMENTO DO TEXTO: As origens da filosofia













Juazeiro do Norte-CE

2012



As origens da filosofia

Introdução:

O homem é o ser intermediáriode todas as criaturas, dando sentido a tudo que o cerca. Sendo assim, ele torna-se, de certa forma, o centro pois possui a capacidade de pensar e a partir disso modificar o meio para sua melhor adaptação. Diante da habilidade dada ao homem de pensar, ocorre que com isso ele formula ideologias que norteiam suas ações. “A ideologia é um saber elaborado a partir de certos interesses e fechado aamplos aspectos da realidade.”

O homem diante da imensidão do mundo, define seus espaços para morar em uma situação, neste contexto vê-se um ser protegido pois acomoda-se em um espaço que o proporciona bem-estar e segurança.

Há dois tipos de ideologias: a do porvir e a do passado.Nota-se que a figura do passado é endeusado pelo arranjo cultural herdado. Vê no passado o eterno, overdadeiro, o bom, o nobre, o digno. O passado que foi um mundo definido é elevado a categoria de modelo. Indiscutível. Também a ideologia do porvir é imaginado uma situação definida e eleva a resposta nela contida a padrão de vida indiscutível. Com isso em ambas, aprisionam o real numa totalidade.

Em posição antagônica, a ideologia, vê a filosofia que é o pensamento aberto, é críticapois mostra que o mundo visualizado e organizado não é ainda o real que procuramos.

Nos primórdios da Filosofia, Sócrates tornou-se símbolo do filósofo por ter realizado a obra de inquietação nas pessoas de uma sociedade cômoda.



















Comentário dos tópicos:

7.1. A Inquietação

Embora pequena lanterna no escuro da noite, ainquietação enxerga o imenso espetáculo da realidade no lusco-fusco de seu sentimento.Por isso, ela acende em nós o desejo de ver e conhecer.

A inquietação surge do desejo de conhecer ou modificar algo existente.É o primeiro sentimento experimentado para que se fuja do comodismo, sendo que o filósofo Sócrates estimulava esse sentimento nas pessoas, fazendo-as pensar de maneira crítica sobreassuntos do cotidiano, que antes não despertava interesse algum e passaram a serem pensados por ângulos diferentes.




7.2.A Admiração

É a admiração que leva o homem a filosofar. Eles admiram-se das coisas estranhas com que esbarram.O que aparece é sempre admirável e tem força de produzir em nós uma tonalidade ou disposição afetiva a que chamamos de espanto ou admiração.Oespanto inicia, carrega e sustenta a filosofia. Ele é seu inicio e prosseguimento. Não devemos imaginar que possa, em algum momento, ser deixado para trás. O espanto é o princípio da filosofia significa que está na origem e no percurso de seu desenvolvimento.

A admiração nos aproxima do espetáculo dos entes. Espetáculo que nos deixa constantemente surpresos, que nos induz a perguntar osegredo de seu presentificar-se, que transcende todas as compreensões.

O questionamento filosófico surge, pois, de um sentimento de surpresa, de estupefação e de susto diante do que aparece e se deixa estar junto de nós. Nos primeiros anos de vida, somos levados a fazer inúmeras perguntas porque as coisas se apresentam como que subitamente diante de nós.

Aos poucos, porém, vamosassimilando uma determinada interpretação, aquela precisamente do mundo em que vivemos.Isto é, compreendemos a partir de uma totalidade, onde cada coisa ocupa seu lugar certo e necessário: tudo é explicado.O mundo não é dado ao homem, mas criado pelo homem.




7.3.A Angústia

A angústia educa e ensina. N ela aprendemos a nos predispor à possibilidade. Estar aberto e disposto à...
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