Resenha de o principe (maquiavel)

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Universidade salgado de oliveira

JEAN FILIPE CASCAES

RESENHA DA OBRA “O PRINCIPE” (MAQUIAVEL, Nicolau)
administração

Niterói, 04 de maio de 2011

RESENHA DA OBRA “O PRINCIPE” (MAQUIAVEL, Nicolau)

Artigo desenvolvido por Jean Filipe Cascaes durante a disciplina de Ética, como parte da avaliação referente ao 1º semestre de 2011Profesor: Leocir Del Pai

Niteroi, 04 de maio de 2011

Nicolau Maquiavel, filósofo político dos séculos XV/XVI, nasceu em Florença em 3 de Maio de 1469, e morreu em 20 de Junho de 1527.
A sua obra, “O Príncipe”, é um tratado político com proposta de libertação da Itália das intervenções da França e da Espanha, consideradosbárbaros. Escrito originalmente em 1513 e dedicado a Giuliano de Médici, em 1516 passou a ser dedicado ao sobrinho dele, Lorenzo, antes deste se tornar duque de Urbino.

Capítulo I: De quantas espécies são os principados, e quantas são as maneiras em que se adquirem.

O autor cita os tipos de governos existentes: república e principado. Diferencia e discorre sobre o assunto de sua obra, oregime de principado, que pode ser hereditário, seu senhor herda o poder de seus ascendentes, ou adquirido, tomado a força e regido pelo conquistador.

Capítulo II: Dos principados hereditários

Mostra que para que os Principados Hereditários sejam governados e conservados, basta que não se altere a forma de governo herdada e que, nas novas situações que surgirem, proceda conforme ascircunstâncias

Capítulo III: Dos principados mistos

Diz que os principados novos são os mais difíceis de sustentar, pois ao manter a linhagem do príncipe anterior provavelmente haverá uma revolta contra o senhor atual. Cita que quando os estados conquistados são de mesma língua e costumes o problema é de simples solução, é suficiente extinguir a linhagem do príncipe anterior e que se conserve as demaiscoisas e costumes, haja visto que sem diferença nos costumes os homens vivem tranquilos. Mas quando o Estado conquistado tem diferentes costumes, leis e língua, torna-se mais difícil mantê-lo, sendo necessários alguns artifícios para conservar o poder como: o príncipe habitar o local para que os súditos tenham mais fácil recurso a ele e, com isso, respeitá-lo; organizar colônias, pois seriam menosdispendiosas e os habitantes mais leais. Muito importante também seria defender os mais fracos, assim ganhando sua afeição, e enfraquecer os mais poderosos, além de precaver a entrada de estrangeiros poderosos que possam por em risco seu domínio.

Capítulo IV: Razão por que o reino de Dario, ocupado por Alexandre, não se revoltou contra os sucessores deste.

Explica e discerne como sãoconstituídos os principados: por príncipe auxiliado de ministros, que possuem tal título apenas por graça e concessão do senhor, ou por príncipe e barões, estes que exercem esta qualidade por tradição de sangue, e por isso, são benquistos e reconhecidos também como senhores pelos súditos. Destes tipos de governo, o principado auxiliado por ministros é o mais difícil de se tomar o poder, entretanto, maisfácil de ser dominado, pelo fato dos ministros serem apenas servos do príncipe e atuarem por obediência. O inverso ocorre com os regimes onde atuam os barões, pois fácil é conseguir aliança com os descontentes e chegar com maior tranqüilidade ao poder, porém, quando no poder, se não contentá-los ou extinguí-los, em qualquer oportunidade que tenham se voltaram contra o novo senhor.

Capítulo V:Do modo de manter cidades ou principados, que, antes de governados, governavam-se por leis próprias.

Indica os caminhos que o governante deve seguir para conservar a posse neste caso: arruiná-los; passar a habitar o local conquistado e deixar que o povo viva com suas antigas leis, apenas cobrando tributos. Dá ênfase na estratégia de extinguir suas lembranças quanto ao antigo regime de...
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