Resenha de click ou bang

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  • Publicado : 22 de fevereiro de 2013
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SILVA, Ana Cristina Teodoro da; ANDRÉ, Richard Gonçalves. In: Domínios da Imagem. Londrina, ano V, n. 10, p. 31-42, maio 2012.

Click… ou bang? Paraalguns teóricos da Fotografia, o operator responderia pela morte do spectrum (BARTHES, 1984). Trocando em miúdos, o fotógrafo mataria o fotografado, mecanicamente.Porque o fluxo contínuo de espaço-tempo seria perdido na estaticidade da fotografia, e considerar tal perda é considerar a morte. Para alguns teóricos daFotografia. Tendo que outra parcela deles não considera o click como o bang nem o case como o coldre. Ao contrário, a metáfora bélica da fotografia é substituídapelo que seria a extensão da tentativa de vencer a morte, milenar. Algo como o embalsamento para os egípcios (MACHADO, 1984 apud SILVA; ANDRÉ, 2012, p. 40).Mas o texto não quis se prender a nenhum dos extremos. Quer dizer, se prendeu a eles. E o conseguiu mostrando o caráter irresolúvel dessa dicotomia durantea historiografia fotográfica: “Click… ou bang?” não se trata de um “8 ou 80” – expressão popularizada por meio de um programa homônimo da extinta TV Excelsiorno qual o jogador ganhava 8 pontos por respostas certas, parcialmente, e 80 por respostas certas, por completo. Afinal, o que se bem entende é que luz esombra, negativo e positivo e vida e morte são indissociáveis para a fotografia.

Referências
BARTHES, Roland. A câmara clara: Nota sobre a Fotografia. Rio deJaneiro: Nova Fronteira, 1984.
SILVA, Ana Cristina Teodoro da; ANDRÉ, Richard Gonçalves. In: Domínios da Imagem. Londrina, ano V, n. 10, p. 31-42, maio 2012.
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