Resenha aranha, maria lucia de arruda. filosofia da educação. 2º ed. rio de janeiro/rj. ed. moderna. 2006.

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INTRODUÇÃO

O filme mostra a realidade da educação em uma pequena escala que, está conectada com a totalidade educacional na relação professor – aluno de modo geral, isto é, em escala global, e nos textos da autora Maria Lucia de Arruda aranha é demostrado essa relação em todos os níveis possíveis, passando pela escola tradicional, a escola tecnicista e a escola nova

ASSOCIAÇÃOA escola nova pretendera revolucionar os métodos trazendo para a vida a escola tradicional. No entanto, seu ideal de democratização não foi atingido, aliás, ela continuou a reproduzir as formas de dominação social. Devido a esse fato o australiano Ivan Illich apresenta uma proposta radical, a descolarização da sociedade. A principal crítica que pode ser feita a Illich se refere à dimensãoindividualista do seu projeto, que despreza uma análise mais profunda dos conflitos sociais. Na verdade, ele propõe uma revolução moral, empenhada em conscientizar os indivíduos para a mudança e converter cada um no seu íntimo. No filme há uma diferença social que gera incompreensão e atrito entre as partes, em um retrato do que seria a frança contemporânea. Os muros da escola não os únicos que revelamuma divisão e uma impenetrabilidade, tentando romper esses conflitos sociais individualmente.
Como na escola nova o filme coloca em prova a capacidade do professor em despertar o interesse do aluno sobre a matéria, pois é um filme que da ênfase para a educação em escala mundial. Porque mostra a importância do lecionador (Professor), assim como, sua difícil tarefa de transmitirconteúdos de maneira clara e didática para os estudantes, então, o filme se refere, sobretudo, das intimidades nas relações Professor – Aluno.
Continuando como exemplo de escola nova destaca a importância também, do filme para o período histórico da educação a ser tratado, porque em consenso, o professor tem que ter habilidades especiais que vão além de sua formação acadêmica (isto é, oprofessor tem que ter chamado), ou seja, atributos, em transmitir os conhecimentos do professor sobre a matéria, assim com, o professor tem que ter atenção a temas como: a clareza e didática do professor na transmissão do assunto; a capacidade do professor em despertar o interesse do aluno pela a matéria; o interesse do professor pelo o ensino da disciplina e aprendizagem dos alunos; o interesse doprofessor em discutir as dúvidas levantadas pelos alunos; a capacidade do professor em estimular o senso crítico dos alunos; e, sobretudo, a adequação das formas de avaliação adotadas na disciplina para então, isso tudo (isto é, estas preocupações que o professor guerreiro tem que buscar constantemente), desdobrarem em excelentes relacionamentos do professor com a turma.
No filmedeixa claro uma divisão de classes, de culturas, reforça uma visão colonizadora a partir do ponto de vista de alguém que se toma, mesmo inconscientemente, como a civilização. Assim, o outro se torna o retrato da rebeldia que deve ser conquistado através da assimilação da cultura da civilização.
Segundo a autora para Establet e Baudelot, se vivemos em uma sociedade dividida em classes, nãoé possível haver uma “escola única”. Existem na verdade duas escolas, não apenas duas escolas diferentes, mas opostas, heterogêneas. Desse modo, a escola reafirma a divisão entre trabalho intelectual e trabalho manual. Da mesma forma, Snyders considera que a separação escola-mundo descrita por Baudelot e Establet parece muito defasada no tempo. Embora tenham enfatizado a luta de classes, acabamdescartando a possibilidade de que a escola seja um dos campos dessa luta, o que redunda em pessimismo e impotência.
Pierre e Passeron sociólogos citam na sua critica a chamada “violência simbólica”, segundo a autora ao abordar essa influencia, os autores criticam aqueles que vêem a ação pedagógica como não violenta mostrando que, sob a aparência de neutralidade, a escola dissimula...
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