Relgiao

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Religião na Idade Média
Na Idade Média, a Igreja Católica dominava o cenário religioso. Detentora do poder espiritual, a Igreja influenciava o modo de pensar, a psicologia e as formas de comportamento na Idade Média. A igreja também tinha grande poder econômico, pois possuía terras em grande quantidade e até mesmo servos trabalhando. Os monges viviam em mosteiros e eram responsáveis pelaproteção espiritual da sociedade. Passavam grande parte do tempo rezando e copiando livros e a Bíblia.

As Cruzadas
No século XI, dentro do contexto histórico da expansão árabe, os muçulmanos conquistaram a cidade sagrada de Jerusalém. Diante dessa situação, o papa Urbano II convocou a Primeira Cruzada (1096), com o objetivo de expulsar os "infiéis" (árabes) da Terra Santa. Essas batalhas, entrecatólicos e muçulmanos, duraram cerca de dois séculos, deixando milhares de mortos e um grande rastro de destruição. Ao mesmo tempo em que eram guerras marcadas por diferenças religiosas, também possuíam um forte caráter econômico. Muitos cavaleiros cruzados, ao retornarem para a Europa, saqueavam cidades árabes e vendiam produtos nas estradas, nas chamadas feiras e rotas de comércio. De certa forma, asCruzadas contribuíram para o renascimento urbano e comercial a partir do século XIII. Após as Cruzadas, o Mar Mediterrâneo foi aberto para os contatos comerciais.

Influência da igreja na sociedade
dez 31, 2010
Autor: Samuel R. Pinheiro
Vivemos numa sociedade em que um número considerável de pessoas e particularmente de líderes de opinião nos mass media (televisão, rádio, revistas e jornaisprincipais de âmbito nacional) desprezam, ignoram e até condenam a influência da Igreja na dimensão social, cultural, política e económica.
Vivemos no tempo de um laicismo intolerante e algumas vezes feroz. Avizinham-se dias em que tememos que as convicções espirituais sejam banidas à força para as catacumbas do privado. A cultura pós-cristã está a ser substituída rapidamente por uma culturaanti-cristã sob a cobertura de uma inconsistente definição de tolerância e no embalo de uma multiculturalidade que só serve de pretexto para obliterar a cultura cristã. Para o português Dr. Durão Barroso, Presidente da União Europeia, a Europa deixou de ter cultura própria para ser um caldear de culturas, todas elas iguais em qualidade e valor. Será mesmo assim? (Revista “Visão”, 6-12 Janeiro 2005,José da Cruz Policarpo – Cardeal Patriarca, pp. 30).
A Igreja evangélica foi a impulsionadora da ideia da separação da Igreja do Estado, embora isso não deva significar que a Igreja ignore o Estado, nem que o Estado faça obstrução à Igreja. É de todo em todo desejável que entre um e outro existam protocolos de cooperação e exista um espaço salutar no sentido de a Igreja se mover no que à sociedadediz respeito, trazendo para ela toda uma intervenção rica em solidariedade, assistência social, promoção da pessoa humana, participação activa do debate cultural e dos valores que suportam o tecido social, etc. E as igrejas evangélicas em caso algum, no meu entender, se devem abster de pronunciar-se, publicamente ou não, sobre todas as matérias concernentes à vida do homem, mormente os espirituaise éticos que necessariamente têm os seus desdobramento sociais, culturais e políticos.
Mas também somos parte de uma Igreja em que muitos desvalorizam a influência e a intervenção do espiritual na vida social, cultural, política e económica. Parece-nos que somos uma geração que ainda não conseguiu libertar-se da síndroma de minoria e da mentalidade de cidadão de segunda classe. Temos uma posturameio envergonhada, meio inibida, não porque tenhamos vergonha de Cristo ou do Evangelho como “poder de Deus para salvação de todo aquele que crê”, mas por acanhamento cultural. Tenho a impressão de que à semelhança dos judeus no êxodo, ainda nos vemos como gafanhotos diante dos gigantes da cultura, da política, da ciência, da tecnologia, das artes, da literatura, dos mass media, do poder...
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