Relatorio

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Relatório- Ponto de fusão; Ponto de ebulição

Escola Secundária de Cascais

Relatório

Ponto de fusão.
Ponto de ebulição

Docente: Fernando Oliveira
Discente: Carlos Eduardo №4
Cristiano Alves №7
Cristina Navin №8
Turma: 10°B
Dezembro de 2007

Índice

-Introdução.......................................pp. 3-5
-Trabalho Laboratorial....................pp. 6-7-Conclusão.........................................pg. 8
-Bibliografia.......................................pg. 9

Introdução

O ponto de fusão, a uma determinada pressão, é um valor constante, característico de uma substância (pura) e por isso a sua determinação constitui um método para determinar o grau de pureza dessa mesma substância.
Teoricamente, quando se determina o ponto de fusão (p.f.) de umaamostra que se julga pura, não se deve observar, durante a fusão (1), variações de temperatura superiores a 1ºC (máximo).

Fig.1- Variação da temperatura de fusão

No entanto, se a amostra for impura (mistura), a amplitude de variação será muito maior e é dependente do número de componentes da amostra, das suas propriedades características e das suas proporções de combinação na mistura.
Os pontosde fusão que existem tabelados referem-se a uma pressão de operação de 1 atm; no entanto, na maioria das situações, a pressão de operação é ligeiramente diferente da pressão normal, o que não influencia significativamente a determinação da temperatura de fusão, se essa diferença for pequena.

Técnicas para a determinação do Ponto de Fusão:
Uma das técnicas mais antigas e simples usadas nadeterminação do ponto de fusão de uma determinada substância, consiste na utilização de material simples de laboratório:
-tubo capilar;
-um termómetro;
-um copo ou um tubo de Thiele com um fluido termostático;
-uma fonte de energia.

Introduzir o sólido no tudo capilar.

-Seleccionar um tubo capilar com um diâmetro compreendido entre 1 e 2 mm, aberto numa das extremidades e fechado na outra;-Secar e triturar finamente o sólido;
-Colocar o sólido num vidro de relógio e pressionar a extremidade aberta do capilar sobre ele ( obrigando algum sólido a penetrar no interior do tubo).
-Inverter o tubo capilar para obrigar o sólido a descer até à extremidade fechada e repetir esta operação tantas vezes quantas necessárias até o sólido atingir, no interior, uma altura de ~1 cm.
-Se não setiver conseguido fazer penetrar o solido, utiliza-se um tubo oco, com cerca de 70 cm de altura e, colocando na vertical, deixa-se cair o capilar no seu interior.

Fig. 2- Introdução do sólido no tubo capilar.

Trabalho laboratorial

Material:
-Bico de Bunsen
-Copo de 100ml ou tubo de Thiele
-Estufa
-Fonte de aquecimento
-Tubos capilares
-Almofariz com mão
-Termómetros
-Tripé complaca de ceran

Produtos
-Sólido-luíquido
-Luíqido para banho

Procedimento Experimental:

1-Secou-se muito bem o sólido-problema;
2-Reduziu-se a amostra do sólido a um pó finamente dividido;
3-Introduzir o sólido nos capilares, como descrito anteriormente;
4-Montou-se o almofariz com mão;
5-De seguida, fez-se uma primeira determinação de orientação, com um dos tubos capilares, aquecendorapidamente o banho e anotando um primeiro valor aproximado;

->Valor aproximado: > início:80ºC
> fim: 81ºC

6-Realizou-se uma segunda determinação, aquecendo rapidamente o banho até uma temperatura de cerca de 20ºC inferior à determinada no primeiro ensaio; a partir deste momento, passar a aquecer lentamente o banho, reduzindo ainda mais o aquecimento quando estiver próximo doprimeiro valor determinada;

->Determinação obtida: 80.1ºC

7-Observámos cuidadosamente qualquer alteração sofrida pela amostra (quando de inicia e termina a fusão, há algo observável) e registar a temperatura lida no termómetro;

->Quando se inicia a fusão, aos 80.1ºC, a amostra encontra-se no estado sólido. Quando se termina a fusão, aos 81ºC, a amostra fica no estado líquido e de cor...
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