Relatorio de fisico quimica experimental

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Fundação Educacional Montes Claros
Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros
Engenharia Química – Físico-Química Experimental I

Fundação Educacional de Montes Claros-FEMC
Departamento de Engenharia Química
QUI 411-Físico-Química Experimental II

CINÉTICA QUÍMICA – LEI DE ARRHENIUS

Relatório apresentado como parte das exigências da disciplina QUI 411- Físico-QuímicaExperimental II pelos discentes:

Frederico Santos Barbosa
Onildo Samuel C. Pinheiro
Rafaela Mota Severo Mourarias

Montes Claros-MG
Março, 2013
ÍNDICE

1. Introdução -------------------------------------------------------------------------------------03
2. Objetivo-----------------------------------------------------------------------------------------04
3. Reagentes eEquipamentos------------------------------------------------------------------04
4. Parte Experimental---------------------------------------------------------------------------05
5. Tratamento dos dados experimentais ----------------------------------------------------06
6. Conclusão---------------------------------------------------------------------------------------08
7. ReferênciasBibliográficas------------------------------------------------------------------08

1. INTRODUÇÃO
De acordo com a lei da velocidade a única coisa que poderia afetar a velocidade, além da concentração dos reagentes, é a própria constante da velocidade. Arrhenius investigou a relação entre a constante da velocidade e a variação da temperatura. Ele encontrou que quando se colocava o logaritmo natural (ln) da constante davelocidade como uma função do inverso da temperatura Kelvin (1/T), resultava em uma linha reta com uma inclinação negativa. A inclinação é Ea/R onde Ea é a energia de ativação (energia mínima exigida para formação dos produtos) e R é a constante da lei dos gases (8,31x10-3kjmol-1K-1). (GILBERT CASTELLAN, 1996)
A velocidade da maioria das reações químicas aumenta à medida que a temperaturatambém aumenta. Reações em solução são altamente influenciadas pela temperatura.
Arrhenius foi o primeiro cientista a reconhecer a dependência da constante de velocidade com a temperatura, através da expressão matemática:
k = A e-Ea RT
ln k = ln A – Ea
RT
onde:
k é a constante de velocidade;
A é conhecido como “constante de Arrhenius” ou “fatorpré-exponencial”;
Ea corresponde à “energia de ativação”;
R é a constante dos gases (8,314 J K-1 mol-1);
T é a temperatura absoluta.

A construção do gráfico referente à expressão de Arrhenius fornece:
ln A = coeficiente linear
- Ea = coeficiente angular
R

Uma vez conhecida a energia de ativação de uma reação, é simples prever o valor da constante de velocidade k2, na temperatura T2, apartir do valor de k1 na temperatura T1:

ln k2 = Ea ( 1 –1 )
k1 R T1 T2

A equação de Arrhenius pode ser usada para obter tanto o valor do coeficiente pré-exponencial A como também o valor da energia de ativação Ea, desde que a constante da velocidade de uma reação possa ser medida em diferentes temperaturas. Tanto A como Ea são valores constantes para uma dadareação química.
A equação de Arrhenius pode ser explicada em termos de uma simples teoria cinética. Ea representa a barreira de energia para uma reação química, de acordo com a figura abaixo, e e-Ea/RT representa a proporção de moléculas que possuem energia > Ea e, portanto capazes de transpor a barreira de energia. À medida que a temperatura aumenta e-Ea/RT também aumenta.

2. OBJETIVO

•Determinar energia de ativação de uma reação química pelo efeito da variação da temperatura sobre a sua constante de velocidade.

3. REAGENTES E EQUIPAMENTOS

• Béquer
• Tubo de ensaio
• Bastão de vidro
• Bureta
• Pipetas volumétricas
• Gelo
• Termômetro
• Cronômetro
• Amido, preparado recentemente
• Solução aquosa de iodeto de potássio (KI)
• Solução aquosa de...
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