Relatividade

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas : 7 (1513 palavras )
  • Download(s) : 0
  • Publicado : 9 de dezembro de 2012
Ler documento completo
Amostra do texto
Erros evidentes das bases teóricas da teoria da relatividade
António José Saraiva -- 2006-10-07
ajps2@hotmail.com
Abstract - Este trabalho baseia-se na tradução de uma parte do livro original de
Einstein – Relativity: the special and general theory. À tradução juntámos os nossos
comentários e as provas evidentes da existência de erros gravíssimos nas deduções
básicas da teoria darelatividade. Curiosamente os físicos relativistas continuam a
afirmar que as transformações de Lorentz verificam os postulados de Einstein quando se
pode provar claramente o contrario.
Pensamos contudo que a teoria da relatividade está parcialmente correcta, como o
prova a experiência, mas é certamente necessário repensar as bases teóricas da mesma.

Relativity: the special and general theory
( Odownload deste livro pode ser feito na Internet – Project Gutenberg )
Apêndice I
Dedução simples das transformações de Lorentz
Suplemento à secção 11
z'
z

y'

v

y

x'
k'

x
k
Na orientação relativa dos sistemas coordenados indicados na figura, os eixos dos xx
dos dois sistemas coincidem. No caso presente podemos dividir o problema em duas
partes considerando primeiro só oseventos localizados no eixo dos xx. Qualquer desses
eventos é representado em relação ao sistema coordenado k pela abcissa x e o tempo t, e
em relação ao sistema k’ pela abcissa x’ e o tempo t’. Nós pretendemos encontrar x’ e t’
quando x e t são dados.
Um sinal de luz que se desloca ao longo do eixo positivo dos xx, transmite-se de
acordo com a equação

1

ou

x = ct

(1)

x − ct = 0Como o mesmo sinal tem de se transmitir relativamente a k’ com a velocidade c, a
propagação relativamente ao sistema k’ será representada pela formula análoga
x'−ct ' = 0

(2)

Os pontos do espaço-tempo, eventos, que satisfazem (1) devem também satisfazer
(2). Obviamente será esse o caso quando a relação
(3)

( x'−ct ' ) = λ ( x − ct )

seja verificada, onde λ indica uma constante;de acordo com (3) o desaparecimento de
( x − ct ) leva ao desaparecimento de ( x'−ct ' ) .
Se aplicarmos considerações similares aos raios de luz que se transmitem ao longo
do eixo negativo, obtemos a condição
(4)

( x'+ ct ' ) = µ ( x + ct )

Somando ( ou subtraindo ) as equações (3) e (4), e introduzindo por conveniência as
constantes a e b onde
a=

λ+µ

e

2

b=

λ−µ
2obtemos as equações
 x' = ax − bct

ct ' = act − bx

(5)

Teremos, assim, a solução do nosso problema, se as constantes a e b forem conhecidas.
Para a origem de k’ temos permanentemente x' = 0 , e de acordo com a primeira das
equações (5)
x=

bc
t
a

Se designarmos v como a velocidade com a qual a origem de k’ se move relativamente a
k, então temos
v=

bc
a

(6)

(Comentário:
Consideramos que toda a argumentação teórica utilizada por Einstein está
errada desde o início mas, para não permitirmos quaisquer dúvidas vamo-nos só
concentrar nos erros matemáticos evidentes.

2

Se
Mas

x' = 0

ax − bct = 0

x' = ct '

bc
a

act − bx = 0

bc
ac
t= t
a
b

Igualando as duas equações

v=

bc
t
a

ct ' = 0

logo

Então da segundaequação (5)

Como

x=

x=

ac
t
b

a=b

v=c

Ora este resultado não permite a dedução das transformações de Lorentz.
Ou ainda
Mas

x=

bc
t
a

x = ct

logo

v=

e

bc
a

x = vt

v=c

Vamos ignorar este resultado e continuar com a tradução.)
O mesmo valor v pode ser obtido das equações (5), se calcularmos a velocidade de
outro ponto de k’ relativamente a k, ou avelocidade ( no sentido do eixo negativo dos
xx ) de um ponto de k com respeito a k’. Assim, podemos designar v como a velocidade
relativa dos dois sistemas.
Continuando, o principio da relatividade ensina-nos que, visto a partir de k, o
comprimento de uma régua que está em repouso em relação a k’ deve ser exactamente o
mesmo que o comprimento, visto de k’, de uma régua que está em...
tracking img