Recurso inominado

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EXCLENTISSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA 5ª VARA
CIVEL – JUIZADO ESPECIAL DA COMARCA DE RONDONÓPOLIS/MT

Ação de Indenização c/c Danos Morais
Processo n.º 006.2009.024.862-3
Requerente:...............................
Requerida: Banco Santander (Brasil) S.A

Alécio Borgeo, já devidamente qualificado nos
autos supra citados que promove em desfavor de Banco Santander S.A vem
aAugusta presença de V. Exa. em tempo hábil, ofertar IMPUGNAÇÃO a
contestação, o fazendo pelas razões adiante aduzidas e a final requerer.

DAS PRELIMINARES DA DEFESA

Direi em proêmio que: "SE ALGUM DIA VOCÊS
FOREM SURPREENDIDOS PELA INJUSTIÇA OU PELA INGRATIDÃO, NÃO
DEIXEM DE CRER NA VIDA, DE ENGRANDECÊ-LA PELA DECÊNCIA, DE
CONSTRUÍ-LA PELO T RABALHO." (Edson Queiroz)
Para o autor, essesmandamentos, calham, como
uma luva, no presente quesito, que ora é submetida ao sábio e ao justo
exame desse digno Juízo.
As razões trazidas a pretório pela Ré, jamais
poderão prosperar, uma vez que destituídas do mínimo suporte fático ou
legal e/ou documental, foram lançadas no único escopo de procrastinar a
demanda em detrimento do Autor, não ofertando nenhuma prova, tentando
em vãs alegaçõesmascarar a responsabilidade que está "in re ipsa".

Com efeito, a qualquer que se faça da peça
contestatória pois mais superficial que seja, nota-se a sua fragilidade, e
inconsistência, tendo a Ré se limitado a negação justa postulares do Autor,
sem no entanto apresentar qualquer prova em relação as suas mendazes
assertivas, não carreando ao bojo do processado NENHUM documento,
conforme severifica.

DO MÉRITO

NA OCASIÃO DA APROVAÇÃO DO CADASTRO

O Contestante alega que na ocasião da aprovação
do cadastro Sr. Nivaldo Paulino dos Santos, este forneceu seus documentos
pessoais tais como RG, CPF e comprovante de residência.
Que, se houve falsificação o Sr. Nivaldo foi quem
deu causa e a Contestante passa a ser também vítima.
Que o Contestante tomou todas as precauçõesnecessárias para a aprovação e confecção do contrato, observando assim
todo o procedimento para a celebração do mesmo.
É fato público e notório que na ocasião de
qualquer tipo de financiamento de veiculo são exigidos não só os
documentos pessoais de quem deseja financiar, mas também os
documentos do veiculo alem da vistoria feita junto ao DETRAN.
Nesse passo, é importante ressaltar que embora aContestante afirme veementemente e por diversas vezes que tomou todas
as precauções necessárias, NENHUM DOCUMENTO foi trazido a baila que
realmente comprove tal precaução. Estes são apenas argumentos a fim de
se eximir de sua responsabilidade.

DA EXISTENCIA DE CULPA

Para provar a culpa do Requerido serve o fato de
que, em 30 de julho de 2009 o Requerente após receber a visi ta do Sr.Cácio informando sobre o financiamento do veiculo o mesmo deu instruções

para que uma notificação fosse enviada a requerida a fim de que a mesma
providenciasse a desalienação do veiculo. A notificação foi enviada a
Requerida, contudo o problema não foi solucionado. Fatos notificados e
provados via documentos acostados na inicial.
Não há como negar a negligencia da Requerida, os
fatosfalam por si só e fortalece ainda mais o desprezo com o requerente
foi tratado, justificando a aplicação do art. 14 do CDC invocado pela
própria requerida.
Contudo

em

seu

responsabilidade somente quando houver

parágrafo

prova,



exime

a

o que não é o

caso. Não há um documento se quer juntado pela Requerida que comprove
as alegações por ela feitas, nem o contrato, nemos documentos pessoais
do Sr. Nivaldo, tão pouco os documentos do veiculo alienado ou diligencias
realizadas, então, onde está a prova de que todas as cautelas foram
tomadas e que a Requerida também fora enganada??
S.M.J. age a ré, literalmente, de forma
conveniente. Tenta apenas com palavras fazer crer que também é Vitima
quando na verdade por sua imprudência deu causa ao mal que o...
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