Reconhecimento de Ritmos

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ECG
Docentes:
Enfº Paulo Poças
Enfº Luís Miguel Sousa
Enfº Fernando Pereira

Discentes:
Guilherme Maia (26064)
Richard Leite (25115)

Electrocardiograma

PARÂMETROS A TER EM CONTA NA
INTERPRETAÇÃO DO ECG







Morfologia básica das ondas de ECG
Relação da onda P com o QRS
Morfologia da onda P e duração do intervalo PQ
Morfologia do QRS
Característica dosintervalos RR
Frequência dos complexos QRS
FC

INTERVALOS E FORMAS DE ONDAS
Onda P

Complexo
QRS

Intervalo PR

Onda T

Intervalo QT

Onda U

PAPEL DE LEITURA DE ECG



O papel corre a uma velocidade de 25 mm/sec
Cada quadrado pequeno do papel de leitura corresponde a 1
mm2



À velocidade de 25 mm/s, 1 quadrado pequeno corresponde
a 0.04 s



Voltagem: 1 mm = 0.1mV entre cada quadrado vertical

PAPEL GRÁFICO DE ECG
5 mm
1 mm

Voltagem

0.1 mV

0.04 sec
0.2 sec

Velocidade = frequência

O Conceito de “Derivação”
Derivação I, II, e III

Ao alterar a polaridade
dos braços ou pernas
(negativos ou positivos),
três derivações
unipolares (I, II e III),
podem dar três imagens
de actividade eléctrica
do coração de três
ângulos.

RARA

-

II

-

+LA
Derivação I

Derivação III
LL

I

-

LA

+

+LL
Derivação II

III

DERIVAÇÕES DO ECG
O ECG standard tem 12 derivações:


3 Derivações dos membros padrão



3 Derivações dos membros aumentada



6 Derivações Precordiais

O eixo de uma derivação representa o ponto de vista a partir
do qual ele “olha” para o coração

DERIVAÇÕES DOSMEMBROS PADRÃO

Braço
esqº

Braço
dtº

Perna
esqº

DERIVAÇÕES PRECORDIAIS
Linha média
clavicular

Ângulo de
Louis

Linha média
axilar

DERIVAÇÕES PRECORDIAIS

RITMO SINUSAL
ECG Normal

Onda P
Despolarização auricular seguida de sístole
auricular Complexo QRS
Despolarização ventricular seguida de sístole
ventricular Onda T
Repolarização ventricular

RITMO SINUSALECG Normal

Intervalo PR
Desde o início da P até ao início de QRS
Despolarização auricular e atraso que sofre o
estímulo no nódulo
Intervalo QT
Desde o início de QRS até ao final da onda T
Tempo entre a despolarização e a repolarização
dos ventrículos

DISRITMIAS
Classificação:
As disritmias têm origem num dos três processos:

1. Distúrbios do automatismo
2. Distúrbios dacondutibilidade
3. Distúrbios da excitabilidade

DISRITMIAS
Alterações do automatismo:
Variabilidade do automatismo: arritmia sinusal, síndrome bradi-taquiarritmia

Aumento do automatismo: taquicardia sinusal
Depressão do automatismo: bradicardia sinusal
Supressão do automatismo: paragem sinusal, ritmo auricular multifocal, ritmo
juncional

DISRITMIAS
Alterações na condução:
Depressão dacondução auricular: bloqueio sinoauricular
Depressão da condução aurículo-ventricular: bloqueio AV 1º grau,
bloqueio AV 2º grau, bloqueio AV 3º grau
Depressão da condução ventricular: bloqueios fasciculares e bloqueios
de ramo

DISRITMIAS
Aumento da excitabilidade:
Sinusal: ES sinusais
Auricular: ES auricular, taquicardia paroxística auricular, flutter auricular e FA

Juncional: ESjuncional, taquicardia juncional
Ventricular: ES ventricular, ritmo idioventricular, taquicardia ventricular,
torsade de Pointes, flutter ventricular e FV

DISRITMIAS
BRADICARDIA SINUSAL

Tem todos os parâmetros normais do ritmo sinusal com excepção da frequência.
Tem origem no nódulo SA.
Associada ao EAM pode ser um ritmo benéfico por reduzir as necessidades do
miocárdio em O2

Aadministração de atropina é geralmente eficaz para aumentar a FC

DISRITMIAS
TAQUICARDIA SINUSAL

Os intervalos e os complexos estão dentro dos valores normais
Quando o miocárdio está comprometido, pode provocar diminuição do
débito cardíaco, sensação de vertigem, dor no peito e insuficiência cardíaca.
A taquicardia sinusal pode ser resolvida com digoxina, beta-bloqueantes ou
diltiazem...
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