Realidade regional

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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
SERVIÇO SOCIAL

ROSEMERI GONÇALVES

A REALIDADE REGIONAL E O SERVIÇO SOCIAL

Rondonópolis
2010

rosemeri gonçalves

A REALIDADE REGIONAL E O SERVIÇO SOCIAL

Trabalho apresentado ao Curso (serviço social) da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná, para a disciplina [seminários temáticos IV].Prof. Maria Lucimar, Maria Angela Santini, Rosane Aparecida Belieiro Malvezzi, Jossan Batistuti.

Rondonópolis

2010

INTRODUÇÃO

Este trabalho busca sintetizar os principais indicadores sociais - educação, expectativa de vida, trabalho, renda e saúde - ilustrando-os através de tabelas, gráficos e mapas à nível de estado, fazendo assim umaleitura da realidade regional, para a elaboração de um diagnóstico social da região e a importância dos indicadores sociais frente a construção das política sociais, as quais como profissionais de serviço social, estaremos inserido.
A sistemática captação e organização das estatísticas socioeconômicas são essenciais para o avanço na qualidade dos diagnósticos de problemas e naproposição de caminhos para enfrentá-los, a par de, concomitantemente, prover meios para que os profissionais da área, em seus contínuos aprendizados, aperfeiçoem experiências e se equipem para novos desafios. É nesse sentido que a Secretaria de Estado de Planejamento de Mato Grosso tem se dedicado a atender a essas demandas, aperfeiçoando cada vez mais sua condição de disseminadora e produtora deinformações.

As tabelas que compõem este documento mostram que Mato Grosso, com uma população de 2.854.642 habitantes em 2007, segundo estimativa do IBGE, apresenta uma taxa de crescimento populacional de 1,89% ao ano, e que 76,95% desta população localiza-se na zona urbana. A taxa de fecundidade é de 2,3 filhos por mulher e há uma pequena predominância do sexo masculinotabela 1 e mapa,tabela de evolução e tab 3

Atualmente a população do Estado está estimada em 2.910.264 habitantes (IBGE-2007), distribuídos em: 82,4% população urbana e 17,6% população rural, confirmando a tendência nacional desencadeada na década de 70, também denominada de êxodo rural, quando ocorreu a migração da população da zona rural para as cidades, dando início aoprocesso de concentração da população na zona urbana. Classificado em 19º lugar em relação aos estados mais populosos, representa 2,7% da população brasileira e apresenta uma densidade demográfica de 3,22 habitantes (SEPLAN/MT-2006).
O Estado tem 141 municípios, representando 1,6% do total de
municípios brasileiros e 31,4% da região Centro Oeste.
A taxa de fecundidade é de
2,3 filhospor mulher e há uma pequena predominância
do sexo masculino

Os novos perfis etários da populaçãomato-grossense e brasileira relacionam-se diretamente com a queda da fecundidadee o aumento da longevidade
O Índice de Desenvolvimento Humano –IDH é uma medida comparativa de riqueza, alfabetização, educação, esperança de vida, natalidade e outros fatores para medir onível de desenvolvimento humano. É uma maneira padronizada de avaliação e medida do bem estar de uma população, especialmente bem estar infantil.
O índice foi desenvolvido em 1990 pelo economista paquistanês Mahbub ul Haq, e vem sendo usado desde 1993 pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento em seu relatório anual.
Não abrange todos os aspectos dedesenvolvimento e não é uma representação da “felicidade” das pessoas, nem indica “o melhor lugar no mundo para se viver”. O objetivo da elaboração desse índice é oferecer um contraponto a outro indicador muito utilizado, o Produto Interno Bruto – PIB per capita, que considera apenas a dimensão econômica do desenvolvimento. Os critérios para a sua elaboração levam em conta três indicadores: Educação;...
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