Raio x

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TÓRAX

Incidências de Tórax Oblíquas - OAD e OAE:

Posição = ereto rodado em 45º.

Raio Central - ao nível da vértebra T7.

DFoFi - 1,80.

Filme - 35 x 43 (homens) e 35 x 35 (mulheres).

Estruturas - traquéia, pulmões, ápices pulmonares, costofrênicos.

Patologias - envolve campos pulmonares, traquéia, contorno cardíaco, grandes vasos.

Incidências de Tórax Oblíquas OPD eOPE:

Posição - ereto rodado em 45º.

Raio Central - ao nível da vértebra T7.

DFoFi - 1,80.

Filme - 35 x 43 (homens) ou 35 x 35 (mulheres).

Estruturas - traquéia, pulmões, ápices pulmonares, costofrênicos.

Patologias - envolve traquéia, campos pulmonares, contorno cardíaco, grandes vasos.

Incidências Laterais de Vias Aéreas Superiores:

Posição - Ortostática ou Decúbitodorsal.

Raio Central - ao nível das vértebras de C6 ou C7.

DFoFi - 1,80.

Filme - 24 x 30.

Estruturas - traquéia, laringe.

Patologias - envolve timo, esôfago, laringe.

ARCOD TOPOGRÁFICOS

Ponta do processo xifóide - nível de T9 e T10: porção mais distal do esterno.

Margem Costal Inferior - nível de L2 e L3: usado para localizar vesícula biliar e estômago.

CristaIlíaca - nível espaço intervertebral L4 eL5: a porção mais alta do ísquio.

Espinha Ilíaca Ântero-Superior (EIAS): em mulheres, há uma projeção ou saliência na estrutura pélvica.

Trocânter Maior.

Sínfise Púbica.

Tuberosidade Isquiática.

ESCÁPULA
Método de Neer com RC orientado 10ºa15º
Obtenha a radiografia com o paciente ereto ou em decúbito.
• Com o paciente olhando para ochassi, rode-o para uma posição oblíqua anterior como para a incidência lateral escápular.
• A maioria dos pacientes estará em uma posição 45º a 60º anterior. Palpe as bordas escapulares para determinar a rotação correta.
• Centralize a articulação escapuloumeral em relação ao RC e ao centro do chassi.
• Abduza discretamente o braço, de modo que não haja superposição da porção proximaldo úmero sobre as costela; não tente rodar o braço.
Raio Central:
• O raio central necessita de um ângulo orientado de 10º a 15º caudalmente, centralizado posteriormente, de modo a passar através da margem superior da cabeça do úmero.
DFoFil- 1m

OMBRO

OMBRO AP SEM ROTAÇÃO de Albers Schonberg
Incidência: Paciente em ortostático, a parte posterior do ombro a ser radiografado sobre aLinha Central do Bucky Vertical , Plano Médio Sagital (PMS) fazendo um ângulo de 40º a 45º em relação ao plano da estativa (bucky mural). O úmero estará paralelo ao corpo, e fará um angulo de 90º com o antebraço, a mão ficará na disposição de mão perfil. Entre o plano do corpo e o antebraço terá um angulo de 90º
RC: Perpendicular entrando no meio da articulação escapulo-umeral, com angulação doraio central de 10º a 15º caudal.
Dfofi: 1 metro
Sentido do Chassi: Longitudinal 18x24
Sem Bucky
Patologia: Estudo de calcificações na região do úmero (cabeça)
Proteção: Proteger a região tireoidiana, pulmonar e pélvica.
Observação: Vista oblíqua frontal da porção proximal do úmero; dois terços laterais da clavícula e porção superior da escapula, incluindo a relação entre a cabeça do úmero e acavidade glenóide.

OMBRO PERFIL TRANSTORÁCICO (Método de Lawrence)
Incidência: Paciente em ortostático, nesta incidência coloca-se o ombro a ser radiografado sobre a Linha Central do Bucky Vertical (LCBV), usa-se chassi 18x24 colocando sua borda superior 2 cm acima do acrômio, o membro superior do lado oposto deverá estar acima da cabeça.
RC: Perpendicular ao filme direcionado através dotórax para o colo cirúrgico, observação do Raio Central: Se o paciente estiver com muita dor para abaixar o ombro lesado suficientemente e elevar o braço e o ombro não lesados o suficiente para evitar superposição dos ombros, então o ângulo do Raio Central deve ser de 10º a 15º cranial.
Dfofi: 1 metro
Sentido do Chassi: Longitudinal, 18x24
Com Bucky
Patologia: Ver alinhamento de fratura da...
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