Qumica

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  • Publicado : 1 de agosto de 2011
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‘’O homem que calculava’’.

“O Homem que Calculava” é o titulo de um livro muito conhecido, ou, pelo menos, ainda muito citado em nosso país.Para a maioria das pessoas, trata-se de um livro sobre matemática escrito pelo árabe Malba Tahan.Para alguns, ainda hoje, além de matemático, Malba Tahan era também um importante poeta árabe.
‘’Voltava eu, certa vez, ao passo lento do meu camelo, pelaestrada de Bagdá, de uma excursão a formosa cidade de Samarra, nas margens do Tigre, quando avistei, sentado numa pedra, um viajante, modestamente vestido, que parecia repousar das fadigas de alguma viagem’’.
Essa é a parte em que o narrador e o protagonista ainda não se conhecem, e é o começo de toda a história do ‘’Homem que calculava’’.
‘’Dispunha-me a dirigir ao desconhecido trivial doscaminhantes quando, com grande surpresa, o vi levantar-se e pronunciar vagarosamente: - Um milhão, quatrocentos e vinte e três mil, setecentos e quarenta e cinco! Sentou-se em seguida e quedou em silêncio, a cabeça apoiada nas mãos, como se estivesse absorto em profunda meditação... ’’
Quando o narrador e o homem que calcula se conhecem, o narrador feza seguinte pergunta: ‘’Por que falas esses números absurdos, e por que vieste parar aqui nesse deserto sem camelo e sem nada?’’ Então é assim, que o homem que calculava, conta a história da sua vida.
‘’Chamo-me Beremiz Samir e nasci na pequena aldeia de Khói, na Pérsia, a sombra da pirâmide imensa formada pelo Ararat. Muito moço ainda empreguei-me, como pastor, a serviço de um rico senhor deKhamat. Todos os dias, ao nascer do sol, levava para o campo o grande rebanho e era obrigado a trazê-lo ao abrigo antes de cair a noite. Com receio de perder alguma ovelha tresmalhada e ser, por tal negligencia, severamente castigo, contava-as várias vezes durante o dia. Foi, assim, adquirindo pouco a pouco, tal habilidade em contar sem erro.’’


Sendo assim os dois se conhecem naquele lugar dodeserto, cujo o viajante perguntou, se ele poderia acompanhar na sua jornada até Bagdá, porque ele tinha muita vontade de conhecer, porque ele já tinha ouvido tanto falar das suas belezas. E o narrador concorda com a idéia do calculista, e começaram.
‘’Aventura dos 35 camelos que deviam ser repartidos por três árabes. Beremiz Samir efetua uma divisão que parecia impossível, contentandoplenamente os três querelantes. O lucro inesperado que obtivemos com a transação.’’
No decorrer da história o calculista ira resolver muitos e muitos problemas matemáticos, para as pessoas que ira conhecer no decorrer de sua jornada até Bagdá.
Os problemas que eu particularmente mais gostei de todo o livro ‘’O homem que calculava’’ são: a divisão dos 35 camelos entre os três irmão árabes, o problemados 21 vasos e mais outro que causava assombro entre os mercadores, o problema dos 60 melões, problema das 90 maçãs, o valor da escrava de 20 anos, e muitos outros problemas.
Conforme o calculista ia resolvendo os problemas e duvidas matemáticos, das pessoal durante a sua jornada ate Bagdá, ele ia ganhando, a confiança das pessoas ate mesmo do rei da cidade, em que o calculista e seu amigoficou por bastante tempo. Então o calculista nem precisava pagar hospedagem em pensões ou hotéis, porque as pessoas como gostavam tanto deles eles ficavam na casa o tempo que quisessem.
O calculista ganhou um palácio do rei, mais como ele é uma pessoa que não se dá com muita riquezas ele não aceitou.
‘’No ano de 1258, uma horda de tártaros e mongóis atacou a cidade de Bagdá. Os assaltanteseram comandados por um príncipe mongol. O xeque Iezid morreu combatendo junto a ponte de Solimã, o califa Al-Motacém entregou-se como prisioneiro e foi degolado pelos mongóis.
A cidade foi saqueada e cruelmente arrastada.
Felizmente não assisti a esse crime que os bárbaros conquistadores praticaram contra a civilização.’’

‘’E aqui termino, sem fórmula e sem números, a historia simples da...
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