quimica natural

939 palavras 4 páginas
1. Quais conflitos o filosófico Santo Agostinho enfrentava?

2. O que era esse mal moral para Santo Agostinho?

Santo Agostinho constata que o mal não é um ser, e que a fonte do mal moral, o pecado, está no abuso da liberdade, ou seja, Agostinho sustenta que há no homem uma vontade que é livre, e que do ponto de vista moral, deveria tender para o Bem supremo. Entretanto, existem numerosos bens finitos que muitas vezes fazem com que nossa vontade se desvirtue, podendo preferir a criatura finita em lugar de Deus, o Bem infinito. Ou seja, muitas vezes nossa vontade opta por bens inferiores (Ambição, vaidade, prazeres do corpo), coisas que nos agradam em um curto período de tempo, ao invés de escolher os bens superiores (Prudência, temperança, força, justiça), que nos dará alegria a longo prazo).
Portanto, para Agostinho o mal moral é o pecado, que não é nada mais que o distanciamento do bem, por parte da vontade do homem livre. E o pecado é considerado uma escolha incorreta entre os numerosos bens finitos que existem. Por fim, o mal não passa do não-ser: “O mal não tem natureza alguma; pois a perda do ser é que tomou o nome de mal”.

3. Porque Deus não poderia praticar o mal e qual eram os motivos q levariam a prática desse mal?
Deus tem o poder de praticar o mal, mas, como Deus é a suma bondade, é perfeitamente bom, ele nunca exercerá esse poder. Contudo, é que atribuir a Deus o poder de praticar o mal é atribuir-lhe o poder de deixar de ter um atributo (a perfeita bondade) que faz parte da sua própria essência ou natureza. Assim, Deus não pode praticar o mal pelo fato de dele ser perfeitamente bom, em que isso faz parte da sua própria natureza, ou seja, da natureza de Deus.

4. Qual a solução para esse mal?
Agostinho encontra em Plotino a chave para a solução do mal. Em que ele examina o problema do mal em três níveis:
a) Metafísico-ontológico: Para Agostinho não existe o mal metafísico-ontológico no Universo. O que existe são graus de seres

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