Questionario ciencia politica

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Capítulo 1: Surgimento da Filosofia na Grécia Antiga

1 - A lógica do mito repousa em ambivalência; Crenças e lendas que, de modo simbólico, fornecem explicações para a realidade; Relatos maravilhosos (explicações fantásticas narradas); Natureza e sociedade estão confundidas; Tradição dogmática (relatos passados de gerações para gerações e ditos como verdades inquestionáveis).
2- Nopensamento mítico a lógica repousa em ambivalência e no filosófico a lógica se rompe da ambivalência; o pensamento mítico possui relatos maravilhosos, explicações maravilhosas. E o filosófico as explicações são baseadas na razão; no pensamento mítico os relatos são passados de gerações pra gerações e são ditos como verdades inquestionáveis. No filosófico existem várias explicações possíveis e todas podemser questionadas.
3- A busca por explicações menos misteriosas baseadas na razão.
O pensamento filosófico representa assim uma ruptura bastante radical com o pensamento mítico, enquanto forma de explicar a realidade.O surgimento do pensamento filosófico não significa o desaparecimento por completo do mito, do qual elas sobrevivem muitos elementos mesmo em nossa sociedade contemporânea, em nossascrenças, superstições, fantasias,isto é, em nosso imaginário. O pensamento mítico, com seu apelo ao sobrenatural e aos mistérios, vai assim deixando de satisfazer as necessidades da nova organização social, mais preocupada com a realidade concreta, com a atividade política mais intensa e com as trocas comerciais.
4- A insatisfação com a explicação mitológica sobre a existência do mundo atravésdo sobrenatural e divino leva ao rompimento com o mito, ou seja, a filosofia nasce justamente na tentativa de explicar o mundo fora da visão religiosa ou mítica, mas apenas pela razão humana. É abandonada a visão sobrenatural ou divina e adotam-se critérios através da razão para explicar o mundo natural, pelas causas naturais.
5- A tentativa dos primeiros filósofos da escola jônica será buscaruma explicação do mundo natural baseada essencialmente em causas naturais, que consistirá assim no naturalismo da escola.

Capítulo 2: Os filósofos pré-socráticos

1 - Os pré-socráticos foram os primeiros pensadores que, nas cidades gregas da Ásia Menor por volta do séc. VI a.C.,procuraram desenvolver formas de explicação da realidade natural, do mundo que os cercava, independentemente do apeloa divindades e a forças sobrenaturais. É nesse sentido que dizemos que os filósofos pré-socráticos romperam com a tradição mítica, e é por isso também que denominamos seu pensamento de naturalista, por visar explicar a natureza (physis) a partir dela própria, entender os fenômenos com base em causas puramente naturais.
2- A escola jônica caracteriza-se pelo interesse pela physis, pelas teoriassobre a natureza. A escola italiana caracteriza-se pela visão do mundo mais abstrata, menos voltada para explicação naturalista da realidade, prenunciando o surgimento da metafísica e da lógica.
3 - Para os pitagóricos o número é a aché, o princípio universal, porque dele resultaria todas as demais, sem contudo perder a unidade com o número primordial, porque tudo é um, ou a adição a esse ou anão-adição a esse um. Pode-se constatar através do numero uma proporção em todo o cosmo, o que explicaria a harmonia do real garantindo o seu equilíbrio. Os pitagóricos tiveram grande importância também no desenvolvimento da matemática, sobretudo na geometria.
4 - O primeiro argumento contra os mobilistas consiste em caracterizar o movimento apenas como aparente, como um aspecto superficial dascoisas. O segundo argumento é de caráter lógico, sustentando a noção de que o movimento pressupõe a noção de permanência como mais básica. A realidade, de acordo com essa idéia, é imutável; excluindo assim os conceitos de mudança e movimento. Tanto as idéias de Parmênides, quanto as de Heráclito se enquadram a realidade, completando-se. Há situações em que o movimento é inaceitável (o paradoxo...
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