Qualidade de vida do enfermeiro

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Vol. X, Nº. N, Ano YYYY



qualidade de vida do enfermeiro em uti


Resumo

Definida como “a percepção do indivíduo de sua posição na vida no contexto da cultura e sistema de valores nos quais ele vive e em relação aos seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações” pela Organização Mundial de Saúde, a qualidade de vida é um conceito abstrato e subjetivo. Paraprofissionais da área de saúde que vivenciam jornadas duplas ou até mesmo triplas, essa qualidade é fundamental; compreende o bem-estar do profissional e vai refletir diretamente da assistência prestada por este. Especialmente aqueles que trabalham em unidades de terapia intensiva onde possuem uma rotina de trabalho permeada de incertezas, instabilidade e variabilidade e intensa proximidade compacientes altamente dependentes.

Palavras-Chave: UTI, qualidade de vida, enfermagem.

1. Introdução

A QUALIDADE DE VIDA (QV), SEGUNDO A ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE – OMS É DEFINIDA COMO “A PERCEPÇÃO DO INDIVÍDUO DE SUA POSIÇÃO NA VIDA NO CONTEXTO DA CULTURA E SISTEMA DE VALORES NOS QUAIS ELE VIVE E EM RELAÇÃO AOS SEUS OBJETIVOS, EXPECTATIVAS, PADRÕES E PREOCUPAÇÕES”. É UM CONCEITOABSTRATO E SUBJETIVO, QUE ENVOLVE ASPECTOS DA VIDA HUMANA, COMO SAÚDE, FAMÍLIA, TRABALHO E ENTRE OUTROS, PODENDO SER INFLUENCIADO POR FATORES CULTURAIS, RELIGIOSOS, ÉTICOS E VALORES PESSOAIS (PASCHOA, 2007).
Para Costenaro (2000) muitos termos são usados na literatura como sinônimos de qualidade de vida, tais como bem-estar, felicidade, boas condições e satisfação na vida. Por ser umadimensão complexa, a qualidade de vida vem sofrendo uma evolução, que acompanha a dinâmica da humanidade, suas diferentes culturas, suas prioridades e crenças.
A qualidade de vida no trabalho busca novas formas de gerenciar o trabalho e investir no potencial humano. Pois essa qualidade é fundamental para a equipe de enfermagem, compreendendo que o bem-estar do profissional se refletenuma assistência integral e de melhor qualidade (BASTOS, 2009).
Na área da saúde, principalmente profissionais da enfermagem, que vivenciam dupla ou tripla jornada de trabalho, em hospitais onde a escala de plantões é ininterrupta devido à necessidade de manutenção das atividades nas 24 horas, faz com que esses profissionais vivenciem conflitos em razão das exigências profissional epessoal, favorecendo um desgaste físico e psicológico (PASCHOA, 2007).
Esses profissionais são cotidianamente confrontados por situações que exigem vigilância, controle, avaliação, interação em diferentes níveis e gestão de um grande volume de informações (NEUMANN, 2007).
Para Neumann (2007) apud Pitta (2003), esses profissionais “são guardiões nem sempre esclarecidos da suapenosa e socialmente determinada missão enquanto trabalhadores da saúde”.
Nas unidades de terapia intensiva (UTI), os profissionais possuem uma rotina de trabalho permeada de incertezas, instabilidade e variabilidade, além da intensa proximidade com os pacientes, que muitas vezes são altamente dependentes, tornando a jornada de trabalho pesada e trabalhosa. Outro fator importante para ainsatisfação do serviço é a baixa remuneração e hierarquização (PASCHOA, 2007).
Dessa forma, torna-se importante avaliar a qualidade de vida desses trabalhadores, uma vez que a mesma esta diretamente relacionada a diversos aspectos da vida cotidiana, dentre elas, as condições de trabalho. Pois, indiretamente, uma má qualidade de vida, em uma ou mais dimensões, pode comprometer adinâmica de atendimento, prestando serviços inadequados, gerando um prejuízo para a instituição e principalmente para a assistência ao paciente (PASCHOA, 2007).

2. referencial teórico

TUDO PARECE IR BEM ATÉ QUE UMA OU MAIS ESFERAS DA VIDA DO SER HUMANO (FAMILIAR, SOCIAL, FÍSICA...) PASSAM A APRESENTAR PROBLEMAS, NESSE MOMENTO O PROFISSIONAL SE DESPERTA PARA AS OUTRAS DIMENSÕES DO SER...
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