Quadril,femur

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256--- PORÇÃO PROXIMAL DO FÊMUR E CINTURA PÉLVICA

RESUMO: EFEITO DA ROTAÇÃO DO MEMBRO INFERIOR
As fotos e radiografias pélvicas associadas nesta página demonstram
o efeito da rotação na aparência dos fêmures proximais.

1- Posição Anatômica (Figs. 7.26 e 7.27):
Eixos longitudinais dos pés na posição vertical
Colos femorais parcialmente encurtados
Trocanteres menores parcialmentevisíveís

2. Rotação medial de 15° a 20° (a posição desejada para visualizar pelve
e quadril) (Fígs. 7.28 e 7.29):
Eixos longitudinais dos pés e membros inferiores rodados internamente
em 15° a 20°
Cabeças e colos femorais em perfil
Incidência correta AP dos fêmures proximais
Trocanteres menores não visíveis ou ligeiramente visíveis em alguns pacientes

3. Rotação externa (Fígs. 7.30 e7.3 1):
Eixos longitudinais dos pés e membros inferiores igualmente rodados
lateralmente em uma posição normal de relaxamento
Colos femorais grandemente encurtados
Trocanteres menores visíveis em perfil internamente

4. Rotação típíca com fratura do quadril (Fígs. 7.32 e 7.33):
Eixo longitudinal do pé esquerdo rodado externamente
(do lado da fratura do quadril)
Pé direito e membronão-afetados em posição neutra
Trocanter menor no membro rodado externamente (esquerdo)
mais visível; área do colo encurtada



251--PORÇÃO PROXIMAL DO FÊMUR E CINTURA PÉLVICA

PELVE VERDADEIRA E FALSA
Um plano traçado através da borda da pelve divide a área pélvica em duas
cavidades. A borda pélvica é definida pela parte superior da sínfise púbica
anteriormente e pela parte superiorproeminente do sacro posteriormente.
A grande área acima ou superior ao plano oblíquo através da borda pélvica
é denominada pelve maior, ou falsa. A porção alargada da pelve formada
basicamente pelas asas ilíacas constitui os limites laterais e posteriores da
pelve falsa, ao passo que os músculos abdominais da parede anterior definem
os limites anteriores. Os órgãos abdominais mais inferiorese o feto no útero
gravídico ficam apoiados no assoa lho da pelve maior.
A área inferior ao plano que passa através da borda pélvica é denominada
pelve menor, ou verdadeira. A pelve verdadeira é uma cavidade completamente
circundada por estruturas ósseas. O tamanho e a forma da pelve verdadeira
são da maior importância durante o trabalho de parto, pois a pelve verdadeira
forma o canal departo real.

pelve Verdadeira
O plano oblíquo definido pela borda da pelve é denominado entrada, ou
abertura superior, da pelve verdadeira. A saída, ou abertura inferior, da
pelve verdadeira é definida pelas duas tuberosidades isquiáticas na ponta
do cóccix. Os três lados da saída em forma triangular são formados por
uma linha entre as tuberosidades isquiáticas e uma linha entre cadatuberosidade
isquiática e o cóccix. A área entre a entrada e a saída da pelve verdadeira
é denominada cavidade da pelve verdadeira. Durante o trabalho de parto, a
criança deve percorrer a entrada, a cavidade e a saída da pelve verdadeira.

Canal de Parto



Durante um parto rotineiro, a cabeça da criança desce através da entrada da
pelve, depois até a cavidade média e, finalmente,através da saída, direcionada
para adiante, como mostrado nas Figs. 7.12 e 7.13.
Devido à sensibilidade do feto à radiação, radiografias da pelve geralmente
não são tiradas durante a gestação. Se o tamanho ou as dimensões do canal
de parto da pelve é/são duvidosos, certos procedimentos ultra sonográficos
podem ser feitos para avaliar o risco de problemas potenciais durante o trabalho
departo.
Observação: No passado certos procedimentos radiográficos chamados
exames de cefalo pelvimetria eram realizados, nos quais um tipo específico
de régua de metal (régua Colcher-Sussman) era colocado próximo à pelve
para incidências ântero-posteriores (AP) e laterais. Dessa forma, a ampliação
podia ser determinada, e medidas reais da cabeça da criança podiam ser
feitas, assim...
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