Psicologia

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FACULDADE ANHANGUERA

SERVIÇO SOCIAL

Psicologia Social





















Introdução

A humilhação social é um problema politico em psicologia a bordaremos o trabalho invisível estudado pelo psicólogo paulistano Fernando Braga Costa que conta como foi passar-se por gari na USP que a desigualdade social é um fenômeno constituinte da sociedade Brasileira e queesta desigualdade surge desde a historia da colonização do Brasil.

Finalizando com a entrevista de um trabalhador que se sente humilhado perante a sociedade.

































Trabalhador invisível supera preconceito.



Psicólogo paulistano Fernando Braga Costa conta em seu livro como foi passar-se por gari na Usp, quando estudante degraduação, relata a invisibilidade real na pele desses profissionais, desqualificados e humilhados socialmente socialmente desprezados tanto quanto ser humano como no próprio trabalho.

Alguns trabalhadores relatam que nem sempre é assim, algumas pessoas os respeitam e que um simples gesto de cumplicidade faz uma enorme diferença. Alguns disseram que o bom é manter mesmo o bom humor no livro dopsicólogo ele relata que a investigação foi conduzida por meio de um estudo etnográfico realizado em dois níveis. Investigação da modalidade de trabalho e investigação do encontro do pesquisador com trabalhadores pobres.

Humilhação Social. Um problema político em psicologia.

Fetichismo sexual, o processo de retificação presta-se a um exame em níveis puramente pisciculturas em nenhum momentoconsiderando nesses termos o enfrentamento da retificação precisaria expor o enfrentamento da desigualdade de classes. Assim o problema da retificação esgota-se no problema da personalidade fetichista de suas violentas condições históricas invadindo as medidas de uma transformação social.

Não há mudança efetiva de mentalidade, perdendo o mundo, desenvolve-se apenas em seu próprio registro, semimplicar engajamento e perturbação material, sem implicar ação sem fundação de novos relacionamentos .

O trabalhador impedido

O mal esta na cidade capitalista aparece ostensivamente na consciência do frentista.

As relações sociais estão despersonalizadas referido a possibilidade para o âmbito privado da família.

Numa cidade onde os laços públicos tendem a perder sua capacidade.Gerônimo a despeito da pobreza sertaneja não teria conhecido um mundo de solidariedade familiar e interfamiliar? Sua ênfase ao indicar que em São Paulo nem a comida vem sem dinheiro fica de certo modo explicada quando mais adiante os lembrar os mais abastados a madrinha e as tias declara. E um pessoal um pouco meio atrasado. É um pessoal um pouco meio atrasado que mora num sitio.

Cria seusporcos e suas galinhas e vive bem graças a Deus.

O pobre além de ser pobre não tem o lado que o governo veja o lado dos pobres principalmente o lado da saúde, que sempre agente precisa de um medico, agente não vai viver sempre numa boa com saúde, se agente tivesse condições de pagar um médico particular agente não ia correr pro INPS mas com o salario que agente ganha hoje em dia tem quecorrer. O único lugar que tem que correr com o filho da gente ou um moleque qualquer ou outra pessoa e por INPS.

O pecado da realidade, não é que eu não curto eu curto quando to num lugar.

Viver concretamente é viver num mundo e aparições de coisas dos outros e de nos mesmos.

Os estudantes de psicologia social, na Usp, foram solicitadas a uma experiência de trabalho, deveriam assumir por umdia de trabalhador pobre encontrarem emprego como porteiros e lanterninhas de cinema, garis, plaqueiros.

Um estudante Fernando Braga da Costa foi gari na cidade universitária entrou no prédio e reparou uma espécie de desaparecimento dos gestos e palavras que quando estudantes são comuns entre eles e quem cruza, surpreendeu-se especialmente nas vezes em que passou despercebido por pessoas que...
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