Psicologia filosófica

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PSICOLOGIA FILOSÓFICA
A psicologia filosófica debruça-se sobre os aspectos mais controversos da psicologia, a mente e a consciência, os quais têm ramificações profundas nas áreas da metafísica e do conhecimento. Os principais tópicos desta disciplina híbrida (entre a filosofia e a psicologia) são os critérios de mentalidade, a relação entre mente e consciência, a existência, o inconsciente e osubconsciente, a estrutura da mente, a origem do espírito, a natureza do eu, a relação corpo/espírito, a liberdade da vontade, a metodologia psicológica e a relação entre o espírito e a cognição.
FILOSOFIA E PSICOLOGIA
Há uma ciência que mantém uma relação bastante peculiar com a filosofia: a psicologia. Na prática, é muito mais provável que as teorias psicológicas particulares venham a exercerinfluência sobre um argumento filosófico ou, uma teoria a respeito do bem e do mal do que as teorias particulares de uma ciência física também válida a relação inversa: exceto com relação às partes que se aproximam da fisiologia, a psicologia, mais do que qualquer setor particular da física, corre o risco de sofrer as conseqüências adversas oriundas de um equívoco de ordem filosófica. É provávelque isso aconteça devido ao fato de que apenas recentemente a psicologia emergiu como ciência especial, ao contrário do que ocorreu com as ciências físicas, que há muito já haviam alcançado posição estável, dispondo de bastante tempo para esclarecer seus conceitos básicos de acordo com seus próprios objetivos. Há uma geração, a psicologia era comumente ensinada por filósofos, sendo muito difícilconsiderá-la uma ciência natural. Por conseguinte, não teve tempo para completar o processo de esclarecimento de seus conceitos fundamentais, necessário para torná-los, se não filosoficamente inquestionáveis, suficientemente claros e úteis para a prática da ciência em questão. 0 estado contemporâneo da física sugere-nos que, quando uma ciência atinge um estágio mais avançado, tende a se deparar maisuma vez com problemas filosóficos. Poderíamos então afirmar que o período no qual uma ciência é independente da filosofia não coincide com seu florescimento ou com os estágios mais avançados de sua trajetória, mas com a longa fase que separa esses dois extremos. Nesse sentido, a filosofia pode contribuir de algum modo para a pendente reconstrução da física.
O PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO HUMANO:ALGUMAS REFLEXÕES A PARTIR DE VYGOTSKY E PIAGET*
RESUMO

Levando-se em consideração aspectos da formação da consciência e a relação entre pensamento e linguagem, este trabalho objetiva, a partir de dois grandes pensadores sócio-construtivistas, J. Piaget e L. S. Vygotsky, apresentar algumas reflexões acerca do processo de desenvolvimento humano. Para tanto, retomamos uma discussão entre essesdois estudiosos acerca da linguagem e sua relação com o pensamento, bem como o aspecto social em ambos os autores.

Não pretendemos, com isso, usar regimes epistêmicos nos moldes oficiais da ciência experimental, com critérios do antes e depois. Também não intencionamos fazer estudos de caso ou pesquisa de opinião. Aspiramos com essa pesquisa exploratória refletir sobre a condição humana comoabertura no aberto [1], isto quer dizer que estamos entregues ao movimento dos fatos, dos acontecimentos, das possibilidades da existência concreta. Tudo isso, em sintonia com muitos educadores, filósofos e cientistas, que compartilham das seguintes compreensões:
... se as ciências humanas entram em uma relação determinada com a filosofia, isto não se dá somente numa perspectiva puramenteepistemológica. As ciências humanas não se limitam a pôr um problema para a filosofia. Ao contrário, elas põem um problema de filosofia. (GADAMER, 1998, p. 20-21)

O filosofar é um pôr-se a caminho do saber aprendente: a medida do homem. (GALEFFI, 2001, p. 517)

Um filósofo: é um homem que continuamente vê, vive, ouve, suspeita, espera e sonha coisas extraordinárias [...]. Um filósofo: oh, um ser...
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