Prova

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  • Publicado : 11 de dezembro de 2012
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MATÉRIA

QUESTÕES

Língua Portuguesa ..................................... 01 a 08 Literatura Brasileira ................................... 09 a 16 Língua estrangeira ..................................... 17 a 24 História ..................................................... 25 a 32 Geografia .................................................. 33 a 40 Matemática............................................... 41 a 48 Física ......................................................... 49 a 56 Biologia ..................................................... 57 a 64 Química ..................................................... 65 a 72 Redação .......................... última questão da prova

ATENÇÃO!
A duração da prova é de 5h. VERIFIQUE se este caderno contém o número de questõesindicado no quadro ao lado. Caso contrário, solicite ao fiscal de sala a substituição do caderno. LEIA com atenção as questões, escolha a alternativa que melhor responda a cada uma e assinale-a no cartão de respostas. UTILIZE somente caneta esferográfica azul. ASSINALE uma ÚNICA resposta para cada questão.

IMPORTANTE!
O cartão de respostas é único – não haverá substituição e será distribuído às15h30min. Você está respondendo à prova TIPO A. Marque o tipo da prova no campo indicado no cartão de respostas. O não preenchimento deste campo INVALIDA o cartão! Ao final, entregue a prova, o cartão de respostas e a folha de redação ao fiscal de sala e assine a ata de presença.

PROVA – TIPO A
Nome do(a) Candidato(a) _______________ Sala/Prédio

TIPO

A

Vestibular de Verão 2012 – UPFLÍNGUA PORTUGUESA
Texto 1 Reforma na corrupção 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 Como previsto, já arrefece o mais recente debate sobre corrupção. Ainda se discute, sem muito entusiasmo, a absolvição de uma deputada que foi filmada recebendo um dinheirinho suspeito, mas isso aconteceu antes de ela ser deputada, de maneira que não vale. Além daforte tendência de os parlamentares não punirem os seus pares, havia o risco do precedente. Não somente o voto é indecentemente secreto nesses casos, como o precedente poderia expor os pescoços de vários outros deputados. O que o deputado faz enquanto não é deputado não tem importância, mesmo que ele seja tesoureiro dos ladrões de Ali Babá. Aliás, me antecipando um pouco ao que pretendo propor,me veio logo uma ideia prática para acertar de vez esse negócio de deputado cometendo crimes durante o exercício do mandato. Às vezes - e lembro que errar é humano - o sujeito comete esses crimezinhos distraído. Esquece, em perfeita boa-fé, que exerce um mandato parlamentar e aí perpetra a falcatrua. Fica muito chato para ele, se ele for flagrado, e seus atos podem sempre vir à tona, expostos pelaimprensa impatriótica. Não é justo submeter o deputado a essa tensão permanente, afinal de contas, ele é gente como nós. Minha ideia, como, modéstia à parte, costumam ser as grandes ideias, é muito simples: os deputados usariam uniforme. Não daria muito trabalho contratar (com dispensa de licitação, dada a urgência do projeto), um estúdio de alta-costura francês ou italiano, ou ambos, paradesenhar esse uniforme. Imagino que seriam mais de um: o de trabalho, usado só excepcionalmente, o de gala, o de visitar eleitores e assim por diante. Enquanto estiver de uniforme, o deputado é responsabilizado pelos seus atos ilícitos ou indecorosos. Mas, se estiver à paisana, não se encontra no exercício do mandato e, portanto, pode fazer o que quiser. (...) Mas isso é um mero detalhe, uma providênciaque melhor seria avaliada no conjunto de uma reforma séria, que levasse em conta nossas características culturais e nossas tradições. (...) O que cola mesmo aqui são os ensinamentos de líderes como o ex-presidente (gozado, o "ex" enganchou aqui no teclado, quase não sai), que, em várias ocasiões, torceu o nariz para denúncias de corrupção e disse que aqui era assim mesmo, sempre tinha sido...
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