Protocolo de quioto

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“A humanidade como parte integrante de um vasto universo em evolução, não pode ser indiferente às alterações climáticas que a afecta e restantes seres vivos. A capacidade de preservar a vida e o bem-estar da humanidade depende da preservação de uma biosfera saudável com todos os seus sistemas ecológicos, uma rica variedade de plantas e animais, solos férteis e ar limpo.”
(tirado da CARTA DATERRA, ONU 2010).


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Docente: Mestre Maria Luísa Rocha

Discentes:
Andrea Resendes
Eduardo Santos










Índice
1. Introdução
2. Breve enquadramento histórico
3. Protocolo de Quioto
1. Objectivos do Protocolo de Quito
2. Etapas e acordos do Protocolo do Quioto
3. Estadostemporariamente não abrangidos pelo Protocolo
4. Medidas dos Estados para cumprir as metas do Protocolo de Quioto
4. Medidas do Estado Português para cumprir as metas do Protocolo de Quioto
5. Conclusão

1. Introdução

Foi-nos proposto na cadeira de Economia Pública, disciplina obrigatória do curso de Economia, elaborar um estudo sobre o Protocolo de Quioto.
Em finais dos anos 90 surgiram asprimeiras conversações, fruto da preocupação da humanidade com o meio ambiente, pois a crescente evolução económica de alguns países, (aumento de indústrias e consequente aumento do consumo de energia), aumento populacional de outros países, segundo alguns estudos, contribuíram para uma Externalidade[1] negativa, o aquecimento global, devido ao aumento da emissão de gases com efeito estufa (CO2-Dióxido de Carbono, entre outros) na atmosfera.
O uso de algumas energias fósseis, não renováveis, tais como, carvão, petróleo bruto e o gás natural.

Figura 1.1 Al Gore[2] a explicar os efeitos das Alterações Climáticas devido ao Aquecimento Global (Furacão Katrina)
contribuíram em grande parte, através da sua combustão para uma grande libertação de gases com efeito estufa.O Efeito Estufa foi descoberto em 1824 por Joseph Fourier e investigado quantitativamente inicialmente por Svante Arrhenius em 1896. Consiste no processo de absorção e emissão de radiação infravermelha pelos gases atmosféricos de um planeta, resultando no aquecimento da sua superfície e atmosfera. O efeito estufa natural é criado pelos gases estufa, sem o qual a temperatura média da Terraseria cerca de 30°C mais baixa, tornando-a inabitável para a vida como a conhecemos. Portanto, os cientistas não “acreditam” ou “se opõem” ao efeito estufa; o debate consiste na discussão de quais gases contribuem para este efeito, positivamente ou negativamente. Na Terra, os gases que mais contribuem para o efeito estufa são o vapor de água, que causa de 36% a 70% do efeito natural (não incluindonuvens); o dióxido de carbono (CO2), que causa de 9% a 26%; o metano (CH4), causando entre 4% e 9%; e o ozono (O3), que causa entre 3% e 7% e outras emissões unicamente causadas pelo Homem – em especial aerossóis de sulfato – podem também gerar um efeito estufa. Os estudos debruçaram-se mais sobre como a intensidade do efeito aumenta, quando varia as concentrações atmosféricas de alguns gases deefeito estufa, simultaneamente com a actividade humana e o seu efeito negativo, demonstrando que o há.
Tudo isto alertou o mundo para uma necessidade de mudança devido ao impacto global. Este impacto levou a comunidade internacional a reagir e a sentir necessidade de regular.
O Protocolo de Quioto surgiu como parte dessa regulação. Assim o presente trabalho tem como objectivos:
•Saber com clareza o que foi o Protocolo de Quioto
• Identificar os principais países intervenientes
• Informar o porquê da sua criação
• Identificar as principais acções do Estado Português no âmbito do Protocolo
Dividido em tópicos que cremos serem os mais pertinentes e importantes para uma melhor compreensão do Protocolo.
Figura 1.2 – efeito estufa devido...
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