Protocolo de manchester

Protocolo de Manchester



 A rea de Urgência e Emergência constitui-se em um importante componente da assistência sade.

 Resoluão COFEM: 1451/95

 URGÊNCIA:ocorrência imprevista de agravo sade com ou sem risco potencial de morte, cujo portador necessita de assistência mdica imediata;

 EMERGÊNCIA: constataão mdica de agravo sade que implique em risco iminente de morte, ousofrimento intenso, exigindo, portanto, o tratamento mdico imediato.

Protocolo de Manchester

Protocolo de Manchester

 No Brasil, o Sistema de Triagem surgiu pela primeira vez 2002 pela Pt GM 2048 sobre a organizaão do sistema de Urgência.

 Nesta Portaria o termo internacional Triagem foi substitudo por Classificaão de Riscos, que não envolve diagnostico e sim priorizaão noatendimento, reforada pela Poltica Nacionalizaão de Humanizaão (PNH).



 O Grupo de classificaão de risco de Manchester tem por objetivo estabelecer um consenso entre mdicos e enfermeiros do servio de Urgência/Emergência para um padrão de classificaão de risco.

Proporcionando:
- uma nomenclatura e definiões comuns;
- uma slida metodologia de Classificaão de Risco;
- um programa de formaão;- um guia de auditoria para Classificaão de Risco.

Protocolo de Manchester
 A classificaão de risco uma parte fundamental da gestão do risco clnico em todos os servios, quando a demanda por assistência ultrapassa os recursos disponveis.


 A classificaão de risco pelo Protocolo de Manchester nos servios de urgência para definião de uma prioridade clnica uma metodologia que pode serensinada e auditada.

 O documento não foi feito para julgar se os pacientes devem estar num servio de urgência, mas para assegurar que aqueles que precisam de cuidados de urgência e emergência os recebam de forma adequada e rpida.

 Pode ser utilizado para monitorar cuidados e para identificar prioridades clnicas o que ser determinado por prestaões locais e disponibilidade real. De forma geral, um mtodo de classificaão de risco pode tentar fornecer ao profissional um diagnstico, uma exclusão diagnstica ou uma prioridade clnica.

 O Grupo de classificaão decidiu rapidamente que a metodologia de classificaão de risco deveria ser planejada para definir uma prioridade clnica.
 Foram realizadas reuniões de âmbito nacional no Reino Unido entre os representantes daenfermagem e da medicina dos servios de urgência para a discussão e apresentaão de uma escala nacional de Classificaão de Risco:


A decisão foi baseada em três grandes princpios:

1. Facilitar a gestão da clnica de cada paciente, a gestão de todo o servio, bem como, alocaão exata de uma prioridade clnica;

2. O tempo da realizaão da classificaão de risco do cliente; tal que fazer umdiagnostico do paciente neste momento torna-se invivel.

3. O diagnstico clnico não est precisamente associado prioridade clnica; a prioridade reflete aspectos de uma apresentaão/queixa particular do paciente.


 O mtodo delineado foi criado para permitir ao profissional da classificaão de risco a atribuião rpida de uma prioridade clnica ao paciente que chega ao servio de urgência.

 O sistemaseleciona primeiro os clientes com maior prioridade e não tem a pretensão de realizar o diagnstico.

 Esta forma de operar proposital ao se constatar que os servios de urgência respondem, na maioria das vezes, s demandas dos pacientes de acordo com os sinais e sintomas apresentados.


Os sinais e sintomas que fazem a discriminaão entre as prioridades clnicas são chamados dediscriminadores e estão apresentados na forma de FLUXOGRAMAS.

 A tomada de decisão parte importante da prtica mdica e da enfermagem.

 A avaliaão clnica slida de um paciente requer tanto raciocnio como intuião e ambos devem estar baseados em conhecimentos cientficos.
Segue cinco passos:

• Identificaão do problema (queixa)

• Coleta de dados relacionados soluão (problema)

• Avaliaão da...
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