Propriedades de investimento

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Instituto Superior de Contabilidade
e Administração de Coimbra
Coimbra Business School
MESTRADO EM AUDITORIA
EMPRESARIAL E PÚBLICA
MESTRANDOS:
Alexandra Caetano; n.º 13179
Astrid Monteiro: n.º 11111
Filipe Caetano; n.º 13176
Instituto Superior de Contabilidade
e Administração de Coimbra
Coimbra Business School
MESTRADO EM AUDITORIA
EMPRESARIAL E PÚBLICA
MESTRANDOS:Alexandra Caetano; n.º 13179
Astrid Monteiro: n.º 11111
Filipe Caetano; n.º 13176
PRÁTICAS DE AUDITORIA FINANCEIRA
Docente: Bruno Almeida
PRÁTICAS DE AUDITORIA FINANCEIRA
Docente: Bruno Almeida

PROPRIEDADES DE INVESTIMENTO
PROPRIEDADES DE INVESTIMENTO

Coimbra, Março de 2013
Coimbra, Março de 2013

ÍNDICE

1. DESCRIÇÃO DA ÁREA 1
1.1. Conceito 1
2. OBJECTIVOSDA AUDITORIA (efectuar ligação com as asserções) 10
3. ASPECTOS DE NATUREZA CONTABILÍSTICA 10
4. ASPECTOS DE NATUREZA FISCAL 10
5. RISCO INERENTE 10
6. RISCO DE CONTROLO 10
7. PROCEDIMENTOS SUBSTANTIVOS 10
8. CONCLUSÕES 10
9. BIBLIOGRAFIA 10

LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS

CAE | Chief Audit Executive (Director de Auditoria) |
IIA | Institute of Internal Auditors |
PAA | PlanoAnual de Auditoria |
NIPPAI | Normas Internacionais para a Prática Profissional de Auditoria Interna |
SCI | Sistema de Controlo Interno |

1.

INTRODUÇÃO

A finalidade de uma auditoria às demonstrações financeiras é analisar se estas estão preparadas, em todos os aspectos materiais, de acordo com a estrutura conceptual de relato financeiro aplicável. E, por conseguinte, se estãoisentas de distorções materialmente relevantes.

É determinante o planeamento da auditoria de acordo com as especificidades da área em questão, procurando conhecer a entidade e o seu meio envolvente de forma a entender os riscos inerentes associados. Deverão ser aplicados os testes necessários que permitam obter prova apropriada e suficiente para sustentar a opinião a emitir no relatório e queexpressa com fiabilidade a situação financeira em que a entidade se encontra.

Serão tratadas, neste trabalho, questões relacionadas com o processo de auditoria relativo às Propriedades de Investimento, nomeadamente:
* A contextualização destes elementos;
* Os aspectos de natureza contabilística e fiscal;
* Os objectivos da auditoria que permitam concluir acerca das asserções do órgão degestão;
* A análise e resposta aos riscos inerentes e de controlo a que as Propriedades de Investimento estão sujeitas;
* Execução dos procedimentos substantivos adequados à obtenção de prova.

Estes elementos estão susceptíveis a erros e fraudes que por, regra geral, envolverem transacções de grande valor, necessitam de atenção cuidadosa.

2.1. Conceito

No âmbito da NCRF 11 –Propriedades de Investimento, importa referir o que são as denominadas propriedades de investimento. Conforme o §5 desta norma podem ser definidas como:
“É a propriedade (terreno ou edifício – ou parte de um edifício – ou ambos) detida (pelo dono ou pelo locatário numa locação financeira) para obter rendas ou para valorização do capital ou para ambas as finalidades e não para uso na produção oufornecimento de bens ou serviços ou para finalidades administrativas ou para venda no curso ordinário do negócio.”

O que distingue as propriedades de investimento dos activos fixos tangíveis, tratados na NCRF 7, é que as primeiras geram fluxos de caixa altamente independentes dos outros activos detidos pela entidade, ao contrário dos segundos que são propriedades ocupadas pelos donos.

A NCRF11 elenca, no parágrafo 8, um conjunto de exemplos do que se consubstancia como propriedades de investimento, a saber:

a) Terrenos detidos para valorização do capital a longo prazo e não para venda a curto prazo no curso ordinário de negócios;
b) Terrenos detidos para um futuro uso correntemente indeterminado (se uma entidade não tiver determinado que usará o terreno como propriedade...
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