Propaganda e marketing

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UNIVERSIDADE PAULISTA


BRUNA CARVALHO TERRADAS
DANILO ALBERTO FERNANDES
HERON GARRIDO
MARCO AURÉLIO DE MELO
MATHEUS CARRASCO
RENATO AUGUSTO FERNANDES
TAUANE VERISSIMO









ATIVIDADES PRATICAS SUPERVISIONADAS









SÃO PAULO
2011

SUMÁRIO






O CONCEITO DE TERCEIRO SETOR 3



AS EMPRESAS E O TERCEIRO SETOR 5



O CONCEITO DO TRABALHOVOLUNTARIO 6



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 8


























O CONCEITO DE TERCEIRO SETOR
O crescimento do chamado terceiro setor traz uma oportunidade para a participação das organizações não governamentais e das empresas socialmente responsáveis em ações voltadas ao desenvolvimento do país.
Porém, para que formule uma adequada compreensão das potencialidadesatuais do terceiro setor é preciso compreender o sentido de sua evolução na sociedade brasileira.
A tradição das doações de caridade remonta, no Brasil, ao início do período colonial, com a criação de uma grande quantidade de obras filantrópicas de caráter religioso. Até hoje é possível sentir a influência dessa tradição em práticas de doação e assistência, largamente denunciadas pelacrítica sociológica como tendentes a lidar apenas com os efeitos perversos, e não com as causas, de uma estrutura da qual elas mesmas fariam parte.
No tempo de transição em que vivemos, o emergente terceiro setor parece possibilitar uma abordagem renovada de velhos e não resolvidos problemas da sociedade. Nele renascem práticas sociais solidárias que objetivam fortalecer a autonomia dascomunidades e capacitá-las para resolver seus próprios problemas, diferentemente das práticas assistencialistas que inibem iniciativas de autoajuda, lidam apenas com os efeitos perversos das desigualdades sociais, e não com as suas causas, e acabam ajudando a reproduzir a condição subalterna dos grupos sociais desprotegidos.
Expressando os limites tanto do Estado quanto do mercado na promoção dobem comum, o conceito de terceiro setor renova a significação da esfera pública, através de iniciativas privadas que, à diferença do setor privado empresarial, não são guiadas pelo lucro, ou de iniciativas com fins públicos que não são conduzidas pelo setor estatal, mas por cidadãos e organizações da sociedade civil.
Trata-se de um setor independente, mas profundamente interessado nosproblemas sociais; crescentemente organizado e tendente à profissionalização; assentado no associativismo e na Dimensão voluntária do comportamento das pessoas; caracterizado pela defesa de causas e valores; inspirado pelos princípios da solidariedade e da participação na construção da cidadania democrática.
Se os recursos que utiliza são privados, os bens e serviços que deve gerar sãopúblicos, não podendo ser apropriados privadamente. Dizer que suas finalidades são públicas significa também assumir que não se limitam à esfera de competência da burocracia estatal, e que a vida pública resulta da atividade dos cidadãos. Do ponto de vista organizacional, o terceiro setor brasileiro envolve um grande número de entidades sociais e filantrópicas (que começam a se constituir desde o períodocolonial com traços predominantemente assistencialistas) e organizações não-governamentais (que começam a emergir a partir da década de 60, focalizando preferencialmente a defesa de direitos de populações oprimidas ou excluídas), às quais vem-se agregando um número crescente de fundações e institutos sem fins lucrativos, criados na última década por empresas privadas.
Constituído poressas novas organizações e pela modernização da forma de agir das antigas entidades sociais, o terceiro setor poderá impulsionar o desenvolvimento social na medida em que puder oferecer alternativas às formas tradicionais de exercício do poder na condução das políticas públicas e promover a participação efetiva da cidadania na condução dos assuntos de interesse coletivo.
Projetos do...
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