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  • Publicado : 21 de outubro de 2012
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1. Olá, Bem vindo(a) ao workshop Qualidade no atendimento em saúde e BOA LEITURA.
2. Mudar é preciso... O mundo está mudando e você?
3. 3. “ Não é a espécie mais forte que sobrevive, nem a mais inteligente, mas aquela que responde mais rápido as mudanças.” Charles Darwin
4. 4. Há três tipos de empresas As que fazem acontecer As que ficam olhando tudo acontecer As que ficamimaginando o que aconteceu Onde sua empresa se encaixa?
5. 5. Equipamentos de última geração não bastam. É preciso humanização. Decoração impecável não basta. É preciso calor humano. Um currículo invejável não basta. É preciso oferecer acolhimento. Conhecimento técnico não basta. É preciso competências humanas. Diagnosticar não basta. É preciso entender o cliente em sua essência. É preciso...
6.6. Cada um tem impressões , necessidades e expectativas muito distintas em relação a uma prestação de serviços de saúde ou em relação às pessoas e empresas que realizam estes serviços.
7. 7. É preciso reconhecer o perfil dos clientes e tratá-los de forma única, exclusiva, e personalizada... como um alfaiate
8. 8. Segmentação de Mercado É a divisão do mercado em grupos homogêneos declientes, cada grupo formado por usuários que tenham necessidades e características específicas.
9. 9. A imagem da instituição de saúde “ Sempre que você tiver contato com um cliente, para ele você é a empresa”. Michael LeBoef
10. 10. “ Não tenho um caminho novo. O que eu tenho é um novo jeito de caminhar”. Thiago de Mello
11. 11. Sessão Pipoca Assista ao vídeo desperte para a inovaçãocontido neste cd.
12. 12. Qualidade Percebida O critério de avaliação da qualidade em serviços de saúde será sempre subjetivo. Cada pessoa fará o seu julgamento, segundo seus próprios valores, experiências anteriores, expectativas e demandas.
13. 13. Dimensões da percepção da qualidade Ao avaliar serviços de saúde, os usuários podem levar em conta alguns critérios. Vamos a eles.
14.14. A qualidade das pessoas pode ser analisada em três níveis TÉCNICA RELACIONAMENTO INTELECTUAL
15. 15. Empatia e competência asfaltam a estrada para o sucesso.
16. 16. Pílulas de Comunicação O melhor remédio
17. 17. Certifique-se que o cliente compreendeu a mensagem.
18. 18. Humanização do ambiente Objetivos Tranqüilizar o cliente e amenizar ansiedade; Causar sensação debem-estar; Tornar o ambiente agradável aos profissionais; Distrair, utilizando inúmeros recursos; Harmonizar as cores de acordo com o perfil dos pacientes; Melhorar o estado de espírito dos clientes; Minimizar o desconforto.
Objetivo:
Trabalhar aspectos comportamentais individuais e grupais com o objetivo de facilitar o relacionamento entre os profissionais, bem como aprimorar o atendimento aosclientes internos e externos
Público Alvo:
Profissionais que atendem ao público.

O papel da auxiliar
Mas o que essas profissionais podem fazer no consultório para ajudar tanto o oftalmologista? A lista de funções é grande e foi elaborada pela auxiliar Regina Carvalho de Salles Oliveira, que trabalha há 19 anos no consultório do oftalmologista Newton Kara José, professor titular da Universidadede São Paulo (USP) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Juntos, eles escreveram o livro “Atualidades de Oftalmologia USP – Auxiliar de Oftalmologia”, que conta com a colaboração de diversos oftalmologistas.
As funções começam já na recepção, onde a auxiliar pode ajudar a recepcionista no bom atendimento dos pacientes, principalmente os que necessitam de atenção especial, comoportadores de baixa visão, idosos e crianças. “A auxiliar também pode fazer a anamnese, medir a acuidade visual, colocar as lentes de contato e explicar como o paciente deve utilizar os medicamentos prescritos”, explica Regina. Exames como tela de Amsler, topografia, ceratometria, teste de Schirmer, biometria, refrator automático, contagem de células endoteliais, campo visual de confrontação e...
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