Projeto libras

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UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ - UEPA
CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E EDUCAÇAO
CURSO DE LETRAS

Disciplina
LIBRAS

Professora
Maria José

PROJETO DIDÁTICO

TEMA: Inclusão de alunos surdos em salas de aulas convencionais

IDENTIFICAÇAO
Ano: 1ª Etapa - EJA Educação de Jovens e adultos
Turno: noturno
Número de alunos ouvintes nas turmas que possuemalunos surdos: 50
Número de alunos surdos nas turmas observadas: 02
Carga horária: 25 h / 2:30 diárias
Escola: E. M. E. F. Belarmina Fernandes
Acadêmicos: Ângela Márcia, Antonia Cléia, Joelmir Mota da Silva, Leidiane, Maiara Sá, Maria Aldenilde, Maria Josivânia T. de M. Giulliatti.

INTRODUÇÃO
Parece indiscutível a precariedade da educação em nosso país. Descrever os aspectos nos quais elaé deficiente é dizer o que pode ser visto com facilidade em basicamente qualquer uma de nossas instituições de ensino público. Essa precariedade, porém, torna-se mais evidente quando trata-se da educação daquele cuja própria natureza se encarregou de impor limitações: o surdo. Apesar de no Art. 3o  da constituição federal ler-se:
A Libras deve ser inserida como disciplina curricular obrigatórianos cursos de formação de professores para o exercício do magistério, em nível médio e superior, e nos cursos de Fonoaudiologia, de instituições de ensino, públicas e privadas, do sistema federal de ensino e dos sistemas de ensino dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

é possível notar-se o quão distante ainda estamos de contemplar essa realidade.
Apesar dessas dificuldades, econsiderando o grande índice de pessoas portadoras de alguma deficiência (mental ou física), e, também, a desigualdade social entre este grupo de indivíduos e os demais grupos sociais, é que nas últimas décadas houve uma preocupação em formular planos educativos que possibilitem a inserção dessa minoria na sociedade, dando-lhe oportunidades iguais as das pessoas consideradas “normais”. Dada aurgência dessa questão, faz-se necessário o envolvimento dos diversos atores sociais nesse sentido. Assim, é que se lê no capítulo V da LDB “Art. 59:
Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com necessidades especiais:
I – currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos, para atender às suas necessidades.

De acordo com a LDB, os alunos da educação especialdeveriam receber uma educação que fosse compatível com suas necessidades, incluindo-se aí, todo o aparato que existe hoje para o auxílio em sua educação. Todavia, a realidade educacional brasileira vai na contramão dessa proposta, pois nota-se uma quase total falta de despreparo metodológico, material e mesmo intelectual para lhe dar com essa questão.

Muitos movimentos são feitos no sentido deamenizar essa situação caótica, e, citemos como exemplo, o fato de que, em muitas escolas, são desenvolvidos projetos educativos que visam à inclusão de alunos surdos em salas de aula convencionais. Esta alternativa possibilita, pelo menos teoricamente, a possibilidade do indivíduo surdo interagir com os ouvintes em busca da igualdade social.
Entretanto, podemos perceber que essa prática não surte oefeito que deveria. Ela depende de vários fatores que nem sempre estão disponíveis ao sistema responsável em fazer funcionar essa inclusão social.
Em meio a tudo isso, ainda cremos que é possível buscar meios que possam ajudar essa realidade ser ao menos atenuada, e uma dessas iniciativas seria a propagação da linguagem brasileira de sinais (LIBRAS), raciocínio que atravessará toda a elaboraçãodeste projeto.

JUSTIFICATIVA

É notória a deficiência do sistema educacional, no que diz respeito à integração do aluno portador de necessidades educacionais especiais (PNEE). Vários fatores poderiam ser apontados como sendo os causadores. Deve-se admitir que muitos deles seriam difíceis de se resolver, pois envolveriam a mobilização do poder público, universidades e demais integrantes...
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