Projeto de pesquisa

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas : 6 (1286 palavras )
  • Download(s) : 0
  • Publicado : 15 de abril de 2013
Ler documento completo
Amostra do texto
UNIVERSIDADE SALGADO DE OLIVEIRA
CURSO DE DIREITO






NAYARA BARROS COIMBRA










OS PRINCÍPIOS DA VERDADE REAL E DA VERDADE FORMAL NO PROCESSO
















Goiânia
2008
NAYARA BARROS COIMBRA



















OS PRINCÍPIOS DA VERDADE REAL E DA VERDADE FORMAL NO PROCESSO






















Goiânia
20081 INTRODUÇÃO

1.1 Tema e delimitação


Trataremos das políticas alternativas para soluções de conflitos e controvérsias em relação ao acesso à justiça.
Será observada a constituição, quanto a inafastabilidade do poder judiciário, quanto a autorização de criação de cortes arbitrais, quanto aos atos que apóiem conciliações previas de conflitos, mas sempre cercando para quenada fiquei ‘livre’ do poder judiciário. Ainda neste sentido analisaremos a necessidade de celeridade jurisdicional.

1.2 Problema


Saber se constituição realmente limita o acesso ao poder judiciário e até onde esta mesma constituição dispõe deles
Descobrir a hitória processiaA não produção de provas instigada pelo juiz, assim não exercendo sua função buscando a justiça,acaba por ferir o princípio da inércia.
Verificar o surgimento da verdade real no processo penal
Taxar êxito e veracidade na sentença, quando o juiz mesmo após provocado, faz valer a verdade formal.
Descobrir limites para o juiz instruir a produção de provas a fim de descobrir a verdade dos fatos (verdade real).


1.3 Justificativa


Uma visão crítica,do princípio da verdade real e princípio da verdade formal, é muito importante, para que os estudiosos do Direito se atentem para o correto dever jurisdicional.
Aplicar bem o Direto para que a verdade seja certa e não somente utópica, assim chegando ao que se quer com todas as argüições jurídicas, a justiça.
Ainda concretizando a intenção de estudo sobre a verdade, é devida aanálise sobre casos concretos, em que o juiz não deve somente se ater ao legalismo, às formalidades legais e positivistas. Mas sim, começar a vislumbrar o que é real na sociedade, o que é observado na clareza dos fatos. Ir além do ocorrido, ir alem do que se vê, melhor dizendo, não ficar preso somente ao que se vê a olho nu.



























2 OBJETIVOS

2.1Objetivos Gerais


Analisar o que o direito oferece e requer da sociedade, e, tentar aplicar fatores epistêmicos que discutam sobre verdade dentro de um procedimento.
Vislumbrar qual verdade deve ser utilizada, e , qual torna o processo mais justo. De modo que, deve-se fazer transparecer a verdade sendo esta verdade qualquer que seja.


2.2 Objetivos específicosFundamentar o porquê se tem a visão de ser real a verdade no processo penal.e, o porquê se tem a formal no processo civil.
Indicar que o juiz se torna mero objeto desnecessário quando se liga somente ao que está contido no processo.
E também, se torna parte no processo, e ofensor do princípio da imparcialidade quando vai além do que está contido no mundo processual.Apresentar teorias filosóficas que melhor explicam essa verdade, teorias que observa consciência humana, a mente humana, no que relaciona ao exercício de julgar.
Trazer doutrinas e jurisprudências e fatos que melhor esclarecem o princípio da verdade.





















3 HIPÓTESES


O princípio da imparcialidade acaba sendo ferido quando o juiz/Estado seenvolve no caso concreto e procura o que é verdadeiro em cada fato jurídico.
Uma vez o juiz provocado, deve ele se ater ao processo e fazer o que for preciso e necessário para a busca da verdade processual.
No direito privado se as partes ousar da justiça, com má-fé na lide, o juiz poderá então usar de sua autonomia e buscar a verdade real.
O juiz não deveria...
tracking img