Projeto de pesquisa

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas : 7 (1731 palavras )
  • Download(s) : 0
  • Publicado : 12 de maio de 2011
Ler documento completo
Amostra do texto
Universidade Estadual de Ponta Grossa
Setor de Ciências Humanas, Letras e Artes.
Departamento de Letras Vernáculas.

Gisele Honorato Lemos

PROJETO DE PRÁTICA I

“COMO ESTÁ SENDO TRABALHADO O PRECONCEITO LINGUÍSTICO NA ESCOLA.”

Ponta Grossa
2010
Gisele Honorato Lemos

PROJETO DE PRÁTICA I

“COMO ESTÁ SENDO TRABALHADO O PRECONCEITO LINGUÍSTICO NA ESCOLA.”

Projeto apresentado àdisciplina de Prática I: leitura e produção de texto, ministrada pela Prof. Ms. Eliane S. Raupp, como requisito parcial para avaliação e conclusão final da disciplina.

Ponta Grossa
2010
SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA ....................................................... 4
2. OBJETIVOS ..........................................................................................4
2.1. Objetivos Gerais ............................................................................ 4
2.2. Objetivos Específicos ..................................................................... 4
3. FUNDAMENTAÇAO TEÓRICA ............................................................. 5
4. METODOLOGIA ...................................................................................9
5. CRONOGRAMA .................................................................................. 10
6. REFERÊNCIAS .................................................................................. 10

1 INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA

Este trabalho trata-se de um Projeto de Pesquisa com o tema: “Como está sendo trabalhado o preconceito linguístico na escola”. Para isso seránecessária a verificação da possível existência do preconceito e como os professores trabalham com os alunos, a questão da oralidade, variação linguística, se levam isso em conta na hora de ensinar a língua materna.
Serão estudadas as Diretrizes Curriculares do Estado do Paraná, dentre alguns linguistas muito importantes, como Carlos Alberto Faraco, Marcos Bagno, Irandé Antunes e Leilane Ramos.
Alémdisso serão feitas entrevistas nas escolas, tanto com professores quanto com alunos para avaliar se os professores estão trabalhando realmente de acordo com o que propõe as DCES. Segue assim este projeto.

2 OBJETIVOS
3.1 GERAL

Realizar uma pesquisa em escolas públicas verificando a existência do preconceito linguistico partindo da prática de ensino do professor de língua maternano Ensino Médio.

3.2 ESPECÍFICOS

Examinar se a escola está trabalhando de acordo com o que exigem as Diretrizes Curriculares do Estado.
Verificar os encaminhamentos/tratamentos dados em eventual situação de preconceito lingüístico, quando este parte dos professores para com os alunos.
3 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

* Marcos Bagno – Preconceito Linguístico
Segundo Marcos Bagno,o preconceito lingüístico se baseia na crença de que só existe uma única língua portuguesa digna deste nome e qualquer desvio do triângulo escola-gramática-dicionário é considerado uma linguagem “errada”.
Bagno aponta que na visão preconceituosa dos fenômenos da língua, a troca de consoantes é considerada “atraso mental” das pessoas que falam assim, porém o autor afirma que, estudandocientificamente, não estamos diante de um traço de “atraso mental”, mas sim um fenômeno fonético que contribuiu para a formação da própria norma-padrão da língua portuguesa.
O professor ressalta que no caso de pessoas letradas que têm dificuldades na pronúncia de encontros consonantais, se trata não de preconceito lingüístico, e sim de dificuldade física que pode ser tratada com o auxílio de um médico.Dizer que as pessoas falam “certo” ou “errado” se trata de uma questão social e política, afirma Bagno. Segundo ele, quem fala “errado” pertence às classes sociais que não têm acesso aos bens culturais da elite, por isso sua língua é considerada “feia”, “pobre”, “carente”, sendo que na verdade é apenas “diferente” da língua ensinada na escola.
Bagno elenca que da mesma maneira que existe o...
tracking img