Projeto de estação de tratamento de resíduos sólidos e líquidos

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Universidade Estadual de Goiás
Unidade Universitária de Ciências Exatas e Tecnológicas
Engenharia Agrícola

Projeto de Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos e Líquidos
ALEXANDRE ROCHA LOURENÇO
JORGE MIGUEL POTENCIANO
LUIS HENRIQUE
MAICON OLIVEIRA
RODRIGO ABDALLA
THIAGO BERNARDES

Anápolis
Novembro/2011

ALEXANDRE ROCHA LOURENÇO
JORGE MIGUEL POTENCIANO
LUIS HENRIQUEMAICON OLIVEIRA
RODRIGO ABDALLA
THIAGO BERNARDES

Projeto de Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos e Líquidos
Trabalho de aproveitamento apresentado à disciplina de Tratamento de Resíduos Sólidos e Líquidos do curso de Engenharia Agrícola da Universidade Estadual de Goiás, sob orientação do Profº. Dr. Sebastião, para obtenção de créditos.

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Anápolis
Novembro/2011
1. DADOSDO PROJETO

COMUNIDADE: Na área estabelecida para o tratamento dos resíduos consta duas comunidades, uma com 150.000 hab. e outra com 50.000 hab, sendo um total de 200.000 hab.

FRIGORÍFICO: Consta também de um frigorífico de bonivos com capacidade de abate de 300 cabeças por dia.

SEDE DA FAZENDA: Deverão ser tratados também os resíduos gerados na sede da fazenda, resíduos sólidos elíquidos.

2. DISPOSIÇÃO DOS RESÍDUOS TRATADOS

Parte dos resíduos líquidos (água) tratados serão aproveitados e reutilizados na irrigação de uma determinada área a ser cultivada. O restante será lançado em rio próximo à estação de tratamento.O Rio destinado a receber o esgoto tratado é o rio Pardo, classificado como um Rio de classe III (Segundo a resolução do CONAMA).
O órgão ambiental localexige que o lançamento do esgoto tratado no corpo hídrico (Rio Pardo) não altere a classe do mesmo. O tratamento do esgoto deve ter 65% de remoção de DBO e de aproximadamente 100% para coliformes termotolerantes.


2.1. Parâmetros para o tratamento preliminar

* A limpeza do gradeamento deve ser diária;
* Grade média;
* Barras retangulares de seção transversal 5/16” x 1 ½”(8 x 40) mm;
* Espaçamento entre barras (a) de 2 cm;
* Inclinação do gradeamento 60°;
* Espessura das barras (t) de 8 mm;
* Velocidade de escoamento no trecho deverá está compreendida entre 0,40 e 0,75 m/s;
* As barras serão de aço carbono;
* Profundidade mínima da caixa de areia de 0,20 m.




2.5. Parâmetros para o tratamento primário

* Utilizaçãode fossas sépticas e filtro anaeróbio de fluxo ascendente;
* Desinfecção do cloro com concentração de 6 mg/L e tempo de detenção de 0,5 h;
* Porcentagem de cloro ativo: 10%;
* Taxa de aplicação para o leito de secagem: 15 kgSST/m²;
* Teor de sólidos admitidos será de 4%;
* Coliformes termotolerantes afluentes: NMP/100 ml;
* Coliformes termotolerantes para rios classeIII: máximo de 2500 NMP/100 ml;
* Eficiência de remoção exigida para lançamentos em rio classe III: 99,99 %.

2. MEMORIAL DESCRITIVO E ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Definição: são dispositivos usados na chegada do esgoto (bruto) para barrar e possibilitar a remoção dos sólidos grosseiros e da areia.
Para a separação dos sólidos grosseiros são, geralmente, utilizadas grades que retêm omaterial cujo tamanho é maior do que o espaçamento entre as suas barras.
Retiram-se os sólidos grosseiros, principalmente para proteger os dispositivos de transporte dos esgotos - bombas e tubulações - e as unidades de tratamento subseqüentes.
A remoção da areia é realizada nos desarenadores, por meio de sedimentação. Há processos manuais e mecanizados para a retirada e o transporte da areiasedimentada e acumulada nessas unidades. Tal remoção é necessária para:

* Evitar desgaste nos equipamentos e tubulações;
* Evitar o assoreamento da unidade que pode comprometer sua vida útil;
* Eliminar ou reduzir a possibilidade de entupimentos em tubulações, tanques, orifícios;
* Facilitar o transporte líquido.

Fluxograma do tratamento preliminar

3.1. Gradeamento...
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