Projeto brasileiro baseado na escola da ponte

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Universidade Castelo Branco
Departamento de História
Departamento de Letras






Projeto Brasileiro Baseado na Escola da Ponte


































Novembro de 2012, Rio de Janeiro –RJ




Universidade Castelo Branco
Departamento de História
Departamento de Letras

Projeto Brasileiro Baseado na Escola da Ponte|Trabalho apresentado na disciplina de: |
|Sociedade e Ética em Educação na Formação |
|Docente |












Novembro de 2012, Rio de Janeiro –RJ
A Escola da Ponte é uma instituição da rede pública estatal de Portugal,esta é uma escola que busca novos paradigmas de mudança e novos modelos de formação de professores.Por ter um modelo revolucionário na forma de educar os alunos, a Escola da Ponte, referência mundial em educação, foi à inspiração para o Projeto Âncora – ONG em Cotia, São Paulo, com 17 anos de atuação na área social – lançar sua escola de educação básica. Assim como a portuguesa, a Escola Projeto Âncora não tem séries; alunos de 6 a 10 anos estudam juntos, desenvolvem projetos de pesquisa deacordo com suas afinidades e são orientados por professores e pedagogos, (na Escola da Ponte a idade é entre 6 a 14 anos).

No Projeto Ancora, os alunos são colocados em contato com diferentes atividades: música, informática, esportes, circo, artes e culinária. Para se matricular, é necessário cumprir algumas exigências, como morar em um raio de até 3 km de distância da escola e ter renda familiarde até três salários mínimos – não há custo algum para os pais.

O conhecimento é desenvolvido por meio de projetos de pesquisa. Quando os alunos apresentam o trabalho, eles ensinam aos colegas o que aprenderam, utilizando imagens, som, cartazes e slides. Como a busca pelo conhecimento parte das próprias crianças, de um interesse genuíno, segundo os organizadores da escola, a aprendizagem é maiseficiente e melhor absorvida.
O projeto pedagógico conta com a colaboração do educador português José Pacheco, idealizador e ex-diretor da Escola da Ponte. Pacheco começou a trabalhar com a equipe brasileira em abril de 2011 e pretende criar junto com o Projeto Ancora, um centro de referência para formação de professores. No começo deste ano, a escola iniciou suas atividades com sete educadores e180 alunos no equivalente ao ensino fundamental I (1ª ao 5ª ano). Na educação infantil (creche), outras 52 crianças são atendidas.

Além do Projeto Ancora, temos dois colégios municipais de ensino fundamental da capital paulista: o Amorim Lima e o Campos Salles. Nos dois, a mudança foi tão radical que incluiu a derrubada de paredes. Mas, para respeitar as normas do governo brasileiro, as sériesnão foram abolidas, como aconteceu na Escola da Ponte.



Na escola Amorim Lima, sete salas de aula viraram dois salões, sendo que o maior comporta até 105 alunos. Em cada um dos salões, as carteiras dos alunos não ficam uma atrás da outra, mas sim arrumadas em círculos, cada círculo com cinco alunos. Ao mesmo tempo, pode haver alunos de séries diferentes, cada um estudando um assuntodiferente de uma disciplina diferente. Todos que estão no salão aprendem usando como base roteiros de pesquisa interdisciplinares.
Num salão, como os da escola Amorim Lima, o quadro negro é pouco usado e os professores (um para cerca de 30 alunos) estão ali para tirar dúvidas, e o professor de uma disciplina pode ser chamado para tirar dúvida sobre outra disciplina.
A idéia é que o estudante que tiverdúvidas peça ajuda a outro integrante de seu grupo. Se ele não souber, pede ajuda ao professor. Se o professor que o atender não souber, ele pede ajuda a outro professor. Também são programadas "oficinas" semanais, que podem ser aulas expositivas, feitas em outros espaços. O desenvolvimento dos alunos é acompanhado de perto pelos tutores. Cada aluno tem um tutor que, em reuniões semanais,...
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