Processo de intervenção em abrigo para meninas

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS
INSTITUTO DE CIENCIAS HUMANAS E LETRAS - ICHL
BACHARELADO EM SERVIÇO SOCIAL

PROCESSO DE INTERVENÇÃO

CURSO: SERVIÇO SOCIAL
8ºP – VESP.
DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO III
PROF. MARCELO VALINA
ALUNA: LILIA SOCORRO NARBAES LEITE
MAT. 20902673

Manaus, 22 de Janeiro de 2013.

PROCESSO DE INTERVENÇÃO

DIREITOS FUNDAMENTAIS DA CRIANÇA E DOADOLESCENTE

Os critérios estabelecidos e como se dá o processo de intervenção, ou seja, as ofertas de serviço da Casa Mamãe Margarida frente à demanda de crianças e adolescentes em risco pessoal e social atendidas diariamente na Instituição. A execução das medidas de acolhimento institucional de crianças e adolescentes são aplicadas na forma da Constituição Federal Lei nº 8.069/90, art. 226,227,§3º, caput, Doutrina da Proteção Integral como princípio norteador de todas as ações na área da infância e juventude, art. 101, inciso VII, bem como o expresso arrolamento do direito à convivência familiar um dos direitos fundamentais que família, sociedade e Estado (lato sensu) dever de assegurar com a mais absoluta prioridade a crianças e adolescentes.
As referidas disposições estatutáriasforam substancialmente reforçadas com o advento da Lei nº 12.010/2009 “aperfeiçoamento da sistemática prevista para garantia do direito à convivência familiar a todas as crianças e adolescentes” na forma da Lei 8.069, Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) de 13 de Julho de 1990.
Destaca-se que, de acordo com o Art. 92 do Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA, as instituições de acolhimentoinstitucional devem adotar os seguintes princípios:
I – preservação dos vínculos familiares;
II – integração em família substituta, quando esgotados os recursos de manutenção na família de origem;
III – atendimento personalizado em pequenos grupos;
IV – desenvolvimento de atividades em regime de coeducação;
V – não desmembramento de grupos de irmãos;
VI – evitar sempre que possível, atransferência para outras entidades de crianças e adolescentes abrigados;
VII – participação na vida comunitária local;
VIII – preparação gradativa para o desligamento;
IX – participação de pessoas da comunidade no processo educativo

Ato do atendimento visando promover e defender os direitos fundamentais.
Critérios: Via Conselho Tutelar
Crianças e adolescentes em situação de risco pessoal esocial com direitos violados e sem possibilidades de convívio familiar.


ATENDIMENTO/ SERVIÇO SOCIAL
RECEPÇÃO TÉCNICA COM ESCUTA ANÁLISE/QUALIFICADA
ESCUTA A DEMANDA DO USUÁRIO;
ANALISAR SUA NECESSIDADE DE ATENÇÃO;
IDENTIFICAR RISCO/ VULNERABILIDADE (BIOLÓGICO, SUBJETIVO E
(SOCIAL);
PRIORIZA AS AÇÕES/ATIVIDADES

Integridade Física, Psicológica Moral e Social.
* Convivênciafamiliar e comunidade
* Liberdade
* Respeito
* Dignidade
* Proteção no trabalho
Desenvolvimento Pessoal e Social
* Educação
* Cultura
* Esporte
* Lazer
* Profissionalização

O programa da Casa Mamãe Margarida estabelece critérios para o acolhimento de crianças e/ou adolescentes por idade (0 à 18anos), por sexo (feminino) em situação de risco pessoal e social,adequado-se a essa clientela, conforme o caso via Conselho Tutelar.

ENTRADA/ ACOLHIDA
NO ATO DA PRIMEIRA ENTREVISTA – 1º CONTATO
MODELO DE PLANO INDIVIDUAL DE ATENDIMENTO – PIA
FOTO
I – IDENTIFICAÇÃO:
NOME:Camiles Silva e Silva |
DATA DE NASCIMENTO: 18 / 08 / 2000 SEXO:Feminino |
N. PROCESSO (JIJ): 00000000000000000 |
CARACTERISTICAS FISICAS:magra, negra |
FILIAÇÃO:Mãe: Maria da Silva Pai:? |
|
ENDEREÇO:Rua das flores S/N Bairro- S. José- Zona Leste |
TELEFONES:0000000 |
IRMÃOS ACOLHIDOS: NÃO (X ) SIM ( ) - QUANTOS: |
NOMES: |
DATA DO ACOLHIMENTO:...
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