Primavera arabe

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  • Publicado : 9 de outubro de 2012
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A PRIMAVERA ARABE

Em dezembro de 2010 um Jovem Tunisiano desempregado como uma forma de protesto ateou fogo em seu próprio corpo apartir deste ato que terminou com a sua própria morte foi o ápice inicial para essa onda de protestos populares pró-democracia em países do mundo Arabe e no norte da Africa entre 2010 – 2011. Um dos seus principais objetivos é a derrubarrada dos ditadores dospaíses do Oriente Médio .
A primavera tem trazido varias tecnicas de resisitencia civil ultilizando manifestaçãoes em campanhas sustentadas envolvendo greves, manifestações, passeatas e comícios, e até mesmo o uso de rede sociais mundialmente e conhecidas e utilizadas como Facebook , Twiter e Youtube para organizar, comunicar e sensibilizar a população e a comunidade internacional em face detentativas de repressão e censura na Internet por parte dos Estados esses países vivem em constantes guerras civis e revoltas populacionais reivindicando liberdade. Com o acesso, por mais que precário, à informação permitido pela força da globalização.
O Primieiro ditador do movimento de protestos arabes a ser derrubado foi Zine El Abidini Ben Ali no Inicio de 201, que até então governava da Tunisia. Arápida disseminação desse acontecimento e o seu sucesso gerou revoltas também nos países vizinhos, Egito e Líbia. A força dos movimentos populares no Egito, fez com que o ditador Hosni Mubarak renunciasse, e na Líbia, as lutas entre frentes do governo e rebeldes resultaram na morte do ditador Muammar al-Gaddafi. As manifestações se espalharam e geraram mudanças políticas e também sociais emoutros países Árabes e muita pressão sobre os seus déspotas. Durante este período de instabilidade regional, vários líderes anunciaram sua intenção de renunciar: o presidente do Iêmen, Ali Abdullah Saleh, anunciou que não iria tentar se reeleger em 2013, terminando seu mandato de 35 anos. O presidente do Sudão, Omar al-Bashir também anunciou que não iria tentar a reeleição em 2015, assim como o premiêiraquiano, Nouri al-Maliki, cujo mandato termina em 2014, embora tenha havido manifestações cada vez mais violentas exigindo a sua demissão imediata. Protestos na Jordânia também causaram a renúncia do governo, resultando na indicação do ex-primeiro-ministro e embaixador de Israel, Marouf Bakhit, como novo primeiro-ministro pelo rei Abdullah.

Principais Impactos do Movimento Arabe

Em outrospaíses, revoltas e reformas estão em curso. O caso mais dramático ocorre na Síria, onde a repressão do governo de Bashar al-Assad (há 11 anos na Presidência) estaria promovendo o maior massacre contra opositores do regime desde o começo da “primavera árabe”.
Segundo um relatório da ONU, divulgado no dia 28 de novembro, 3,5 mil pessoas foram assassinadas, incluindo 256 crianças, e mais de 20 milforam presas. A violência afetaria 3 milhões de pessoas na Síria, que possui 22,5 milhões de habitantes.
O governo estaria impedindo a população de fugir do país, colocando minas terrestres e soldados armados nas fronteiras. O relatório conclui que a Síria cometeu crimes contra a humanidade durante a repressão aos manifestantes, desde março deste ano.
No começo do mês, o governo sírio firmou umacordo com a Liga Árabe para o término da repressão, a libertação de presos políticos e a promoção de reformas políticas. As medidas, contudo, não entraram em vigor, e aumentaram a pressão internacional e as sanções contra o governo de al-Assad.
No Iêmen, uma das nações mais pobres do mundo árabe, o ditador Ali Abdullah Saleh assinou um acordo, em 23 de novembro, que prevê sua renúncia e eleiçõeslivres. Saleh, que escapou ferido de um atentado em junho, governa há 33 anos.
A pressão popular também resultou em reformas na Jordânia, anunciadas pelo rei Abdullah 2º. Já no Bahrein, o rei sunita Hamad al Khalifa resiste com violência aos opositores da monarquia. Não existe um numero total aproximado de mortos mas na Siria o este numero afirmada pela ONU ( organizações das nações unidas )...
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