Potenciometro

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Universidade S˜o Judas Tadeu
a
Faculdade de Tecnologia e Ciˆncias Exatas
e
Cursos de Engenharia El´trica e Computa¸˜o
e
ca

Laborat´rio de F´
o
ısica II:

Estudo de Potenciˆmetros
o
Autor: Prof. Luiz de Oliveira Xavier
b

c

a

Aluno

R.A.

-2008-

Turma

Experiˆncia:
e
Estudo de Potenciˆmetros
o
1. Introdu¸˜o
ca
Na aula anterior determinamos o valor daresistˆncia el´trica de um resistor utilizando
e
e
o c´digo de cores. Hoje, estudaremos o potenciˆmetro, que nada mais ´ do que um
o
o
e
resistor com um cursor central m´vel. Devido ` essa caracter´
o
a
ıstica, o potenciˆmetro ´
o
e
um tripolo, ou seja, tem trˆs terminais acess´
e
ıveis. Vocˆ estudar´ nesta experiˆncia dois
e
a
e
tipos de potenciˆmetro: o linear e o logar´
o
ıtmico.Al´m disso, vocˆ utilizar´ o mult´
e
e
a
ımetro
para medir as resistˆncias.
e

2. Objetivos
Espera-se que ao terminar este exerc´ vocˆ seja capaz de:
ıcio
e
• Identificar potenciˆmetros;
o
• Dado um mult´
ımetro e potenciˆmetros, coletar dados organizar tabelas da resistˆncia
o
e
em fun¸˜o do deslocamento angular do eixo dos potenciˆmetros;
ca
o
• Fazer o gr´fico correspondente`s tabelas mencionadas, usando papel milimetrado ou
a
a
monolog, conforme o potenciˆmetro seja linear ou logar´
o
ıtmico.

3. Material Utilizado
• Potenciˆmetro linear;
o
• Potenciˆmetro logar´
o
ıtmico;
• Mult´
ımetro.

1

Estudo de Potenciˆmetros
o

4. Procedimento Experimental
1. Identifique os potenciˆmetros. Eles est˜o montados numa base de madeira e tem a
o
a
forma umpequeno disco met´lico, com um eixo. Lembra muito uma roda com um eixo.
a
Os dois potenciˆmetros s˜o semelhantes, exteriormente. A diferen¸a est´ na sua constio
a
c
a
tui¸˜o interna. As Figuras (1) e (2), mostram o esquema interno de um potenciˆmetro e
ca
o
o seu s´
ımbolo el´trico, respectivamente.
e

Figura 1: Esquema interno de um potenciˆmetro.
o

b

c

a

Figura 2: S´ımbolo el´trico do potenciˆmetro.
e
o
Comece por observar que o potenciˆmetro tem trˆs terminais acess´
o
e
ıveis que, no esquema, est˜o nomeados por a, b e c. Os pontos a e c est˜o colocados em contato,
a
a
internamente por um fio enrolado em torno de um n´ cleo isolante se o potenciˆmetro for
u
o
de fio ou, por uma camada de carv˜o, se o potenciˆmetro for de carv˜o. Ent˜o, entre os
ao
a
a
pontos a e c h´ uma resistˆncia el´trica. Essa resistˆncia est´ marcada no fundo ou ao
a
e
e
e
a
lado da caixa que fecha o potenciˆmetro.
o
2. Procure descobrir o valor da resistˆncia daquele que tem escrito LINEAR na caixa;
e
3. Anote aqui o valor:
R=

Ω

4. Pegue o mult´
ımetro e me¸a a resistˆncia entre os pontos a e c (extremos);
c
e
2

Estudo de Potenciˆmetroso
5. Anote aqui esse valor:
R=

Ω

Confere com o valor lido no item 3?
Se vocˆ colocar esse potenciˆmetro num circuito, ligado pelos dois extremos a e c, ele
e
o
funcionar´ como um resistor, de resistˆncia fixa, igual ao valor que vocˆ mediu. Ser´ um
a
e
e
a
resistor como qualquer outro.
E o terminal central, para que serve? Calma, que l´ chegaremos. O terminal central
a
est´ligado ao eixo do potenciˆmetro e este, por sua vez tem um cursor que estabelece
a
o
contato com o fio ou a camada de carv˜o j´ descritos anteriormente.
aa
´
Volte a examinar o esquema do potenciˆmetro e identifique esse cursor. E a seta
o
indicada por b.
Girando o eixo do potenciˆmetro, o cursor se deslocar´ sobre o fio ou sobre a camada
o
a
de carv˜o, desde seu come¸o at´ seu fim.
a
c
e6. Gire o eixo e perceba como o cursor desliza suavemente sobre o fio ou sobre a camada
de carv˜o. Se o potenciˆmetro estiver ligado a um circuito pelos pontos a e c e o ponto
a
o
b n˜o estiver ligado a lugar nenhum, nada acontecer´ se vocˆ girar o eixo. Mas, se o
a
a
e
terminal b estiver ligado a outro ponto do circuito, algo dever´ acontecer. Logo mais
a
diremos o que acontece.
7....
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