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ABAIXO PODEMOS NOTAR OS DIFERENTES TIPOS FAMILIARES E QUAIS SUAS DEFINIÇÕES PERANTE A SOCIEDADE DOS DIAS DE HOJE,ONDE PODEMOS VER QUE ESSAS MODIFICAÇÕES VEM OCORRENDO DESDE O SECULO XX,TENDO GRANDE RELEVANCIA NO CONCEITO DAS MULHERES,TANTO DO LADO POSSITIVO QUANTO NEGATIVO.

POIS Embora o modelo de família nuclear
burguesa ou conjugal moderna predomine
em nossa sociedade, não podemosconsiderála
como o único modelo familiar. O
surgimento de novos arranjos familiares nos
leva à conclusão de que o modelo de família
nuclear burguesa (ou moderna) encontra-se
em crise.
1960 - A pílula anticoncepcional separou a
sexualidade da reprodução e interferiu
decisivamente na sexualidade feminina,
abalando o valor sagrado da maternidade;
A mulher pôde desvincular a sexualidade
damaternidade: esta passa a ser uma
opção e não um “destino”.
1980 – inseminações artificiais, fertilizações
“in vitro” – dissociaram a gravidez da relação
sexual entre homens e mulheres. Isso
provocou mudanças substantivas, afetando a
identificação da família com o mundo natural.
Distinção entre maternidade (tida como
natural) e a maternagem (que pode ser
construída socialmente).
Mudanças no modode educar e cuidar das
crianças.
1990 – as mudanças familiares ganham
novo impulso – o exame de DNA permite a
identificação da paternidade.
Qualquer criança nascida de uniões
consensuais ou de casamentos legais pode ter
garantido seus direitos de filiação por parte
do pai e da mãe.
Mudancas no Perfil da Familia Brasileira
• Diminuicao na Configuracao Familiar:
Estudos demonstram que nadecada de 90 a tendencia
foi a diminuicao na configuracao ( menor numero de
pessoas que compoem a familia) e aumento da
diversidade dos grupos familiares;
• Diminui o numero de casamentos:
O numero de casamentos em 2002 ( IBGE, 2003) e 4%
inferior ao de 1991. Ha 12 anos eram 7,5 unioes legais
por mil habitantes. Esse numero caiu para 5,7 por mil.
Aumento do numero de relacoes semregistro:
O numero de unioes consensuais, “sem papel passado”
quase dobraram na ultima decada;
Casamentos tardios:
Homens e mulheres estao casando tres anos mais tarde
do que ha uma decada. Media de idade feminina: 26,7
anos – Media masculina: 30,3 anos;
Idosos se casam mais:
No grupo com mais de 65 anos, os homens casam-se cerca de 5
vezes mais do que as mulheres;
Unioes precoces:
Nas unioesde 2002, 12% dos conjuges tinham menos de
20 anos;
Pessoas morando sozinhas:
Aumentou em 64% o numero de pessoas que moram
sozinhas;
Casais sem filhos:
39% dos casais nao tem filhos;
Familias monoparentais:
Mulheres que criam seus filhos sozinhas: aumentou 53%
na ultima decada;
Menos casamentos e mais unioes
rompidas:
De 1991 a 2002 as separacoes aumentaram 30,7%. Houve um
incrementode 59,6% dos divorcios;
Recasamentos:
O percentual de divorciados em novas tentativas de casamento
passou de 5,3% do total em 1991 para 10,8% em 2002.
A nova familia brasileira: desafios
e impasses
Estudo do IPEA divulgado em setembro de 2008,
mostra que o formato da familia brasileira esta
se diversificando, com mais espaco para casais
com filhos chefiados por mulheres e nucleosfamiliares formados so por pai e filhos.
Ja fora de casa, principalmente nas relacoes de
trabalho, ha uma repeticao de padroes de
iniquidade, seja de genero ou de raca.
Apesar de o modelo de pai provedor,
mae e filhos ainda prevalecer, houve
aumento, em dez anos, das outras formas
de organizacao familiar. Batizado de
monoparentais masculinos, o arranjo
familiar formado por pai/filhos passou de2,1% em 1993 para 2,7% em 2006.
Ja o numero de familias formadas
pelo casal com filhos chefiadas por
mulheres aumentou dez vezes em 13
anos. Em 2006, eram 2,25 milhoes de
familias lideradas pelas mulheres, o que
corresponde a 14,2% do total. Em 1993,
somente 3,4% das familias tinham esse
formato. "E um resultado extremamente
significativo" .
Ao longo da ultima decada observa-se
a...
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