Politicas publicas de atenção a mulher

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Centro Universitário Adventista de São Paulo

Curso de Enfermagem

POLÍTICAS PÚBLICAS DE ATENÇÃO A MULHER VÍTIMA DE VIOLÊNCIA FÍSICA E EMOCIONAL

José Diego

Jefferson Bispo

Lindalva Pereira

Márcia Laurindo

Natália Padrão

Samira Salu

São Paulo

2008

José Diego

Jefferson Bispo

Lindalva Pereira

Márcia Laurindo

Natália Padrão

Samira Salu

POLÍTICASPÚBLICAS DE ATENÇÃO À MULHER VÍTIMA DE VIOLÊNCIA FÍSICA E EMOCIONAL

Trabalho apresentado às disciplinas de Saúde da Mulher, Saúde da Criança e Adolescente e Saúde Mental, como requisito parcial de avaliação.

Orientador(a) Prof.ª Marlise Lima

São Paulo

2008Sumário

1. Introdução................................................................................................4

2. Objetivos..................................................................................................9

3. Métodos..................................................................................................10

4.Resultados..............................................................................................11

5. Conclusão...............................................................................................18

6. Referências Bibliográficas.......................................................................20

1. Introdução

Vive-se em um mundo rodeado de mulheres que de alguma forma sofrem deviolência física e psicológica. Pode-se observar que ao longo da história a mulher foi tida como sexo “frágil”, mesmo hoje, em pleno século 21, com a mulher se projetando para a “igualdade” de tratamento, temos ainda que ter em mente que a mulher necessita de uma atenção maior quando o assunto é agressão.
No Brasil, a saúde da mulher foi incorporada às políticas nacionais de saúde nas primeirasdécadas do século XX, sendo limitada, nesse período, às demandas relativas à gravidez e ao parto. Os programas materno-infantis, elaborados nas décadas de 30, 50 e 70, traduziam uma visão restrita sobre a mulher, baseada em sua especificidade biológica e no seu papel social de mãe e doméstica, responsável pela criação, pela educação e pelo cuidado com a saúde dos filhos e demais familiares(Ministério da Saúde, 2004).
Com forte atuação no campo da saúde, o movimento de mulheres contribuiu para introduzir na agenda política nacional, questões, até então, relegadas ao segundo plano, por serem consideradas restritas ao espaço e às relações privadas. Naquele momento tratava-se de revelar as desigualdades nas condições de vida e nas relações entre os homens e as mulheres, os problemasassociados à sexualidade e à reprodução, as dificuldades relacionadas à anticoncepção e à prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e a sobrecarga de trabalho das mulheres, responsáveis pelo trabalho doméstico e de criação dos filhos (ÁVILA; BANDLER, 1991 in Ministério da Saúde, 2004)).
Em 1984, o Ministério da Saúde elaborou o Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher (PAISM), marcando,sobretudo, uma ruptura conceitual com os princípios norteadores da política de saúde das mulheres e os critérios para eleição de prioridades neste campo. O novo programa incluía ações educativas, preventivas, de diagnóstico, tratamento e recuperação, englobando a assistência à mulher em clínica ginecológica, no pré-natal, parto e puerpério, no climatério, em planejamento familiar, DST, câncer decolo de útero e de mama, além de outras necessidades identificadas a partir do perfil populacional das mulheres (Ministério da Saúde, 2004).
A violência contra a mulher é fenômeno universal que atinge todas as classes sociais, etnias, religiões e culturas, ocorrendo em populações de diferentes níveis de desenvolvimento econômico e social. A Organização Mundial de Saúde (OMS) define violência como...
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