Pobreza e exclusão ocial

Páginas: 21 (5124 palavras) Publicado: 15 de janeiro de 2011
INSTITUTO POLITÉCNICO DE BEJA

ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO
Curso: Serviço Social
Unidade Curricular: Trabalho de Intervenção Comunitária
Docente: Dr. Miguel Bento


INSTITUTO POLITÉCNICO DE BEJA
ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO
Curso: Serviço Social
Disciplina: Trabalho de Intervenção Comunitária
1º Ano – 2º semestre

Orientador: Dr. Miguel BentoTrabalho Realizado Por:
Barbara Alves n. 4377
Justina Ferreira n. 4153
Mafalda Ramos n. 4353

Índice

1. Introdução 4
2. Pobreza5
3. Exclusão Social 7
4. Exclusão Social em Portugal: As minorias étnico-culturais 9
5. Zonas Degradadas: Como Intervir? 126. Conclusão 15
7. Anexos 16
8. Bibliografia 23

Introdução

No âmbito da unidade curricularTrabalho de Intervenção Comunitária, iremos realizar um trabalho de pesquisa e de opinião própria sobre Pobreza e Exclusão Social e também procuramos encontrar formas de intervir face a Áreas Urbanas Degradadas.
Começaremos por definir Pobreza e Exclusão Social segundo alguns autores, salientando Alfredo Bruto da Costa.
Em relação as zonas degradas, começamos por definir o que se entende porbairros sociais, explicando quais as principais características que os identificam do resto da cidade.
Referimos também os principais problemas que um técnico de serviço social tem de enfrentar nestas zonas problemáticas que são vistas com desconfiança e exclusão por parte do resto da população. Centrando a nossa abordagem no “Bairro da Bela Vista”, localizado na cidade de Setúbal e pelo estudo feitopela psicóloga social deste mesmo bairro.
Com base na conferência dada pela Dr.ª Dulce Cachola, tomamos conhecimento de como é realizada a intervenção dos Assistentes sociais no Centro Social, Cultural e Recreativo do Bairro da Esperança, quais os principais objectivos para poderem dar uma melhor qualidade de vida as comunidades ai residentes e as populações alvo em estudo.
Implementandoassim, os projectos que mais se adeqúem a prevenção e às necessidades das populações alvo em estudo, atribuindo-lhes igualdade de direitos e uma vida digna.
Em anexo, expomos duas entrevistas, a primeira ao Alfredo Bruto da Costa e a segunda a Dr.ª Dulce Cachola.

Pobreza

Podemos começar por dizer que pobre é aquele que vivendo em determinado país, não aufere de 60% do rendimento médio dessemesmo país.
Pobreza não é, apenas, falta de dinheiro ou miséria absoluta. A pobreza é definida, geralmente, como a falta do que é necessário para satisfazer as necessidades básicas – alimentos, vestuário, habitação e cuidados de saúde. Mas esta é, mais do que isso, um fenómeno multi-dimensional que está inter-relacionado a múltiplos factores, em que existe a carência de bens e de serviçosessenciais, mas também uma carência social, como a incapacidade de participar na sociedade – a falta de voz, de poder e independência – que sujeita as pessoas à exploração, e que as torna mais vulneráveis e expostas ao risco, tal sendo, a maioria das vezes, resultado da exclusão social.
A falta de recursos económicos é a forma de pobreza mais usual e pode ser considerada a base de todas as...
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