Pluralidade cultural

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UNIGUAÇU – UNIÃO DE ENSINO SUPERIOR DO IGUAÇU LTDA.
FAESI – FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR DE SÃO M. DO IGUAÇU
COLÉGIO NADYR MAGGI FAESI
CURSO DE FORMAÇÃO DE DOCENTES
História da Educação









PLURALIDADE CULTURAL: UM BREVE ESTUDO À LUZ DOS PCN





KAWANA – KARINA – BRUNA

























SÃO MIGUEL DO IGUAÇU
2012
SUMÁRIO


INTRODUÇÃO3
DESENVOLVIMENTO 4
CONCLUSÃO 9
REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS 10









































INTRODUÇÃO

A pluralidade cultural esta presente em nossas vidas, em nosso dia a dia, nas nossas famílias, enfim, devido ao longo da história do Brasil, desde o tráfico negreiro, as imigrações, nosso país é constituídopor várias cores, religiões, diversidade cultural, entre outros. Mas, apesar de todas essas diferenças, vários períodos de discriminação e racismo, sofridos por negros e mestiços, ao longo do tempo, fomos nos adaptando à convivência em sociedade.
Porém, para a sociedade o modelo ideal de aluno, de um bom empresário, não é o negro, o indígena, o homossexual ou os deficientes. E é este modelo quepregam alguns trechos dos PCN. Mas, se contradiz ao longo dos mesmos.



































PLURALIDADE CULTURAL: UM BREVE ESTUDO À LUZ DOS PCN

Dentro da Pluralidade Cultural abrimos espaço para estudar sobre preconceito, racismo, o índio, imigração, as diversas religiões, como o judaísmo, o catolicismo, os protestantes, e o islamismo.
Oponto principal do texto dos PCN que traça sobre pluralidade cultural, define o Brasil como um país onde se encontram diversas culturas, mas que nem sempre, as mesmas foram respeitadas.
A escola é um importante veículo de difusão do respeito e da formação de atitudes de respeito com relação à diversidade cultural, afinal, a sala de aula é ponto de encontro das diferenças sociais, econômicas,culturais e étnicas do Brasil.
“A escola desempenha um papel crucial nesse processo. Em primeiro ponto, porque é o lugar onde se dá a convivência entre crianças de diversas origens e nível social. Segundo, é um dos lugares aonde se ensinam regras de convívio democrático com a diferença. Em terceiro, porque a escola passa conhecimentos sobre o país e o mundo, a realidade plural de um paíscomo o Brasil, fornecendo subsídios para debates e discussões em torno de questões sociais. A criança convive com a diversidade na escola e poderá aprender com ela.”
Mas, a escola tem sido também o lugar em que as desigualdades e diferenças se calam ou se esquecem.
Os diversos mitos da “democracia racial” no Brasil foram incorporados pela escola de forma não critica e, em conseqüência disso,essa escola foi transformada em reprodutora de desigualdades e diferenças. Essa questão fica clara no texto:
“Amparada pelo chamado “mito da democracia racial” a escola muitas vezes silencia diante de situações que fazem seus alunos alvo de discriminação, transformando-se facilmente em espaço de consolidação de estigmas. Essas influências marcaram a história escolar no Brasil, consolidandomentalidades e atitudes das quais o educador não se dá conta em seu cotidiano. Atitudes discriminatórias entre alunos, educadores e funcionários.”
A escola não somente se cala, mas reproduz a discriminação em suas ações, como, por exemplo, quando as expectativas geradas entre os professores em relação aos seus alunos vinculam-se a situação socioeconômica ou cultural destes, criando um modelo ideal dealuno, muitas vezes, ausente da realidade das escolas.
A própria ação educativa é um reflexo da discriminação que ocorre na sociedade, haja vista que as expectativas geradas na relação professor aluno em sala de aula influenciam na qualidade do ensino especialmente para as camadas populares.
“É bastante comum que em relação ao aluno proveniente das camadas economicamente menos favorecidas se...
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