Plano de contingencias para epidemias de dengue

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas : 8 (1915 palavras )
  • Download(s) : 0
  • Publicado : 21 de junho de 2012
Ler documento completo
Amostra do texto
PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA EPIDEMIAS DE DENGUE




















Catanduvas
Dezembro/2011



Secretaria Municipal de Saúde de Catanduvas
Av dos Pioneiros, 623
Fone: (45) 3234-1373
E-mail: ctv.saude@certto.com.br


Equipe técnica:


Adriana Ramina Gava
Médica Veterinária
Vigilância Sanitária
E-mail: adri.gava@hotmail.comRogério Bernardino de Jesus
Enfermeiro
Vigilância Epidemiológica
E-mail: bjroger@hotmail.com


Luis Lima
Coordenador da DENGUE
FUNASA
























































1. Apresentação:
O Programa Nacional de Controle da Dengue (PNCD) tem como objetivos:
a) Redução da infestação predialpor Aedes aegypti
b) Redução da incidência da dengue e
c) Redução da letalidade por Febre Hemorrágica da Dengue.
As metas estabelecidas são: a) redução a menos de 1% da infestação predial em todos os municípios, b) redução em 50% o número de casos no ano de 2003 em relação a 2002 e, nos anos seguintes, 25% cada ano e c) redução da letalidade por febre hemorrágica da Dengue a menos de 1%(Ministério da Saúde – Programa Nacional de Controle da Dengue – julho 2002)
O PNCD está estruturado em torno de 10 componentes, quais sejam: vigilância epidemiológica, combate ao vetor, assistência ao paciente, integração com a Atenção Básica (PSF/PACS), ações de saneamento ambiental, ações integradas de educação em saúde, comunicação e mobilização social, capacitação de recursos humanos,legislação, sustentação político-social e por último Acompanhamento e avaliação do PNCD.

2. Introdução:
A dengue é transmitida através da picada de uma fêmea contaminada do Aedes aegypti, pois o macho se alimenta apenas de seiva de plantas. Um único mosquito desses em toda a sua vida (45 dias em média) pode contaminar até 300 pessoas.
O período de incubação é de três a quinze dias após apicada. Dissemina-se pelo sangue (viremia). Os sintomas iniciais são inespecíficos como febre alta (normalmente entre 38° e 40°C) de início abrupto, mal-estar, anorexia (pouco apetite), cefaleias, dores musculares e nos olhos. No caso da hemorrágica, após a febre baixar pode provocar gengivorragias e epistáxis (sangramento do nariz), hemorragias internas e coagulação intravascular disseminada, com danose enfartes em vários órgãos, que são potencialmente mortais. Ocorre freqüentemente também hepatite e por vezes choque mortal devido às hemorragias abundantes para cavidades internas do corpo. Há ainda petéquias (manchas vermelhas na pele), e dores agudas das costas (origem do nome, doença “quebra-ossos”).
Frente ao quadro de redução no número de casos notificados e confirmados que o Estadoapresenta a circulação dos sorotipos DEN-1 DEN-2 e DEN-3 no Paraná, assim como a manutenção de situações epidêmicas em outros estados do País, é necessário a permanência das ações intersetoriais, bem como o efetivo engajamento de todos os segmentos da sociedade. A participação consciente de cada cidadão aliada ao esforço do setor saúde e órgãos de governo e outros setores afins poderão garantir ummenor impacto dessa doença sobre a população.
É importante tratar de todos os lugares onde se encontram as fases imaturas do inseto, neste caso, a água. O mosquito da dengue coloca seus ovos em lugares com água parada limpa. Embora na fase larval os insetos estejam na água, os ovos são depositados pela mãe na parede dos recipientes, aguardando a subida do nível da água para eclodirem.

Ocontrole é feito basicamente através do combate ao mosquito vetor, principalmente na fase larvar do inseto. Deve-se evitar o acúmulo de água em possíveis locais de desova dos mosquitos. Quanto à prevenção individual da doença, aconselha-se o uso de janelas teladas, além do uso de repelentes.
3. Situação Local:

Atualmente o controle na proliferação do mosquito se faz com uma equipe de 03 agentes e...
tracking img