Plano bresser

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ASSOCIAÇÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DE GOIÁS - AECG
FACULDADE PADRÃO UNIDADE III
CURSO DE ADMINISTRAÇÃO











PLANO BRESSER















GOIÂNIA
2012/1
Ana Paula Coelho
Dryella Francyella Dias Vieira
Gardel Mendes Lira
Luciene de Sousa Alexandre da Silva
Mayara Cristina Rezende de OliveiraPLANO BRESSER



Trabalho apresentado à disciplina de Economia Brasileira do curso de Administração da Faculdade Padrão, sob a orientação da Professora: Oswaldo Ribeiro Ottoni Júnior. Turma: B7/AN3


















GOIÂNIA
2012/1
SUMÁRIO


INTRODUÇÃO 4

Plano Bresser 5

As principais medidas do Plano Bresser: 6

Políticas eCONSEQÜÊNCIAS do Plano Bresser 7

Demissão de Bresser 8

CONCLUSÃO 9

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS 10
























INTRODUÇÃO

Será apresentado no decorrer do trabalho os principais objetivos do Plano Bresser, como foi sua implantação, suas características, bem como os motivos que provocaram o fracasso do Plano.
Luiz Carlos Bresser foiprofessor da Fundação Getúlio Vargas, onde ensinou economia, teoria política e teoria social. Tendo como maiores influências intelectuais vindas de Marx, Weber, Keynes e do estruturalismo latino – americano.
Em 1987, meio à crise provocada pelo fracasso do Plano Cruzado, Bresser tornou-se Ministro da Fazenda e propôs soluções para a crise da divida em 1980, dando inicio ao PlanoBresser, o qual foi caracterizado como plano emergencial tendo como objetivo principal deter a aceleração inflacionária, evitar a hiperinflação e reduzir o déficit publico.
Os resultados iniciais do Plano Bresser foram animadores e satisfatórios, e apesar das medidas adotadas pelo Ministro, o plano não conseguiu contar com o apoio popular, e perdeu de vez toda e qualquer credibilidade queainda tinha. Nos meses seguintes, a inflação acelerou, o que a fez retornar para o estado anterior, ocorrendo o fracasso do Plano Bresser.



























Plano Bresser

Em abril de 1987 em meio à crise provocada pelo fracasso do Plano Cruzado, e com a inflação em alta, Luiz Carlos Bresser Pereira assumiu o Ministério da Fazenda do Governo JoséSarney.
Quando o ministro Bresser assumiu, sinalizou rumo à ortodoxia com uma minidesvalorização de 7,5% do Cruzado. O ministro Bresser dizia ser simpatizante da heterodoxia, o que provocou várias especulações sobre o novo congelamento.
Devido ao plano Cruzado não ter sido satisfatório, surgiu à necessidade de um novo plano, inclusive com uma demanda da sociedade quando ainflação se acelerava. Precavendo-se dos acontecimentos anteriores, os agentes econômicos, acabavam por induzir a adoção dos planos. Com sérios problemas de inflação e um mês depois da posse de Bresser a inflação atingiu 26%, tendo como um grande vilão o déficit publico, onde o governo gastava mais do que arrecadava. Em seus primeiros dois meses como ministro, Bresser tomou algumas medidas isoladasprocurando das mostras de que o país estava disposto a rever a moratória decretada meses antes, contrair a demanda agregada e aumentar as exportações, mediante uma desvalorização de 8,5% do cruzado.
Em junho de 1987, foi anunciado o novo plano de estabilização ou emergencial o “Plano Bresser”, que continha tantos elementos ortodoxos, como heterodoxos. Não tendo como objetivo a inflaçãozero, nem eliminar a indexação, apenas deter a aceleração inflacionária e evitar a hiperinflação, onde o juro poderia ser reduzido sem o risco de afetar a inflação (choque deflacionário), com a retirada do gatilho e a redução do déficit publico. As taxas de juros reais foram mantidas elevadas para inibir o consumo de bens duráveis.
Para sanar a crise momentânea, recorria-se ao...
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