Plano brasil maior

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UNIVERSIDADE DE TAUBATÉ
CURSO: ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS















Plano Brasil Maior Dilma 2011 - 2014







Taubaté / SP
2011



UNIVERSIDADE DE TAUBATÉ
CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS









Fernanda Cadorini Goffi
Suellen Carla dos Santos
Thiago Ezequiel Magalhães











Plano Brasil Maior Dilma 2011 - 2014Este trabalho foi executado para a matéria de Macroeconomia, ministrada pelo Professor Augustinho. Valerá como nota parcial para a composição de nota do 2° semestre do ano letivo de 2011.


Taubaté/ SP
2011
Introdução




O objetivo do Plano Brasil Maior, idealizado para o período 2011-2014, é aumentar a competitividade da indústrianacional, a partir do incentivo à inovação tecnológica e à agregação de valor.
Frente a um cenário internacional ainda marcado pela incerteza, é preciso atravessar fronteiras e enfrentar a competição nos mercados globais; conquistar liderança tecnológica em setores estratégicos; internacionalizar as nossas empresas e, ao mesmo tempo, enraizar aqui as estrangeiras, para que elas passem ainvestir cada vez mais em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) no Brasil.
É preciso fortalecer as cadeias produtivas e proteger a indústria nacional de práticas comerciais ilícitas. Investir em formação e qualificação de mão de obra. Desonerar. Desburocratizar.
Coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, com a participação dos Ministérios de Ciência e Tecnologia,Planejamento, Orçamento e Gestão, Fazenda e Casa Civil, o Brasil Maior dá continuidade a duas outras recentes políticas de fortalecimento do setor: a Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (PITCE), de 2004, e a Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), lançada em 2008.
Mais abrangente que as políticas anteriores, o Plano prevê um conjunto de medidas de estímulo aoinvestimento e à inovação, apoio ao comércio exterior e defesa da indústria e do mercado interno.
Desonerações tributárias. Financiamento à inovação. Aplicação de recursos em setores de alta e média-alta tecnologia. Fortalecimento das micro, pequenas e médias empresas inovadoras. Criação de programa para qualificação de mão de obra. Desoneração, financiamento e garantias para as exportações.Preferência para produtos manufaturados e serviços nacionais nas compras governamentais. Financiamento de projetos que reduzam as emissões de gases de efeito estufa.
Medidas para ajudar o Brasil a dar o salto tecnológico que o país precisa para continuar crescendo. Para estimular a geração de empregos mais qualificados. Para agregar valor ainda maior à nossa matéria-prima mais preciosa: o povobrasileiro.























Estímulos ao Investimento e à Inovação
Desoneração tributária
• Redução de IPI sobre bens de investimento:
- Estender por mais 12 meses a redução imediata de IPI sobre bens de capital, materiais de construção, caminhões e veículos comerciais leves.

• Redução gradual do prazo para devolução dos créditos do PIS-Pasep/Cofins sobre bens decapital:
- De 12 meses para apropriação imediata.

Financiamento ao investimento
• Extensão do PSI até dezembro de 2012 (BNDES):
- Orçamento de R$ 75 bilhões
- Taxa: de 4% a 8,7%
- Mantidos focos em bens de capital, inovação, exportação, Pro-Caminhoneiro.
- Novos setores/programas: componentes e serviços técnicos especializados; equipamentos TICs; ônibus híbridos; Proengenharia; LinhaInovação Produção.

• Ampliação de capital de giro para MPMEs BNDES Progeren:
Novas condições de crédito e prazo
- Orçamento: de R$ 3,4 para R$ 10,4 bilhões
- Taxa de juro: 10 a 13% a.a.
- Prazo de financiamento: de 24 para 36 meses
- Vigência prorrogada até dezembro de 2012
- Novos setores incluídos (para médias empresas): autopeças, móveis e artefatos

• Relançamento do Programa BNDES...
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