Pessoa com deficiencia

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  • Publicado : 5 de fevereiro de 2013
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O panorama histórico da pessoa com deficiência.

Quanto ao período pré- histórico, conclui-se que não se tem indícios de como aquele grupo de humanos se comportava em relação as pessoas com deficiência.
Nesse período as tribos preocupavam-se em zelar pela segurança e em manterá saúde de seus integrantes visando a sobrevivência.
Entretanto, era praticamente impossível uma pessoa comdeficiência conseguir sobreviver nos grupos primitivos, uma vez que o ambiente era desfavorável e essas pessoa representavam um fardo, só os mais fortes sobrevivem.
Império Romano do Ocidental (476 d.C.), constata-se que a deficiência tornava o individuo inferior, sendo entendida, em muitos casos, como um castigo divino.
Assim, muitos enfermos e pessoas com deficiência eram mortos ouabandonados. Eram comum o infanticídio das crianças que nasciam cegas ou mesmo o abandono dos que haviam perdido a visão na idade adulta.
“Existia em Roma um mercado especial para compra e venda de homens sem pernas ou sem braços, três olhos, gigantes ,anões e hermafroditas.”(diz SILVA)
Foi a partir do Cristianismo que os deficientes foram vistos e reconhecidos como filho de Deus.
Quanto aIdade Media, a população julgava que o nascimento de pessoas com deficiência era castigo de Deus. Já os supersticiosos vislumbravam nesses indivíduos poderes especiais de bruxaria ou feitiçaria.
Em 1717, no Brasil, a Santa Casam de Misericórdia passou a acolher crianças abandonadas com a idade a de sete anos. Apesar disso há relatos que muitos crianças eram abandonadas em lugares repletosde bichos, onde acabavam sendo mutiladas ou até mesmo mortas.
Barbier apresentou o seu invento ao Instituto Nacional dos Jovens Cegos de Pais, e o aluno Louris Braille, interessado, o aperfeiçoou e criou o sistema de escrita patrão-Braille- usado por pessoas com deficiência visual até os dias de hoje.
Em 1990 e 1994, com a respectiva realização de Conferência Municipal de Educaçãopara Todos e com a Declaração de Salamanca de Princípios, Politica e Pratica para as Necessidades Educativas Especiais, passou a vigorar “era da inclusão”, em que as exigências não se referem apenas ao direito da pessoa com deficiência a integração social, mas também ao dever da sociedade de se adaptar as diferenças de convívio social.
Século XXI, cada vez mais se percebe a pressão dosideias de beleza impostos pelas indústrias cosméticos e cirurgia, pela moda, pela mídia e, inclusive, pela educação física, A busca pelo corpo perfeito tornou-se uma obsessão de todo o mundo o que vitimiza e exclui as pessoas com a deficiência do convívio social.
Muitas pessoas tem buscado formas de transformar o físico para tentar atingir a perfeição de acordo com os padrões debeleza impostos pela contemporaneidade.
Após analises de especialistas, entendeu- se que o termo “direitos especiais” era contraditório porque as pessoas com deficiência demandava equiparação de direitos e não propriamente direitos especiais.

As concepção Filosóficas latino-americana sobre a inclusão social.

De acordo com os marcos históricos apresentados pelo presente trabalhoconclui-se que a pessoa com deficiência sempre foi estigmatizada pois desde o período Pré-Histórico houve a segregação de convívio social.
A valorização da diversidade deve ser a base estrutural de qualquer tentativa de reflexão acerca de uma sociedade inclusiva.
A fase exclusão correspondente a um período em que as pessoas com deficiência eram alijados totalmente, rotuladas comodemônios e isoladas do convívio social.
“O afeto é o que sofre as consequências de um acordo valido alcançado. Ser dotado de consciência que é afetado é reflexo de um processo de libertação.”(DUSSEL)
Todo ser humano deve ser respeitado integralmente em sua alteridade, e de que a filosofia promove, constantemente desafios visando a promoção e a qualificação dos exercícios éticos de liberdade...
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