Persistencia do canal arterial

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ASSOCIAÇÃO PARAIBANA DE ENSINO RENOVADO-ASPER
INSTITUTO PARAIBANO DE ENSINO RENOVADO-INPER

FISIOTERAPIA















PERSISTÊNCIA DO CANAL ARTERIAL - PCA























João Pessoa

2011

ALLEN SUSANE

EWELYN FARIAS

EWERTON FARIAS

KARCIA DE SÁ

LEDA FAUSTINO

LUÍS FELIPE PAIVA











PERSISTÊNCIA DO CANALARTERIAL - PCA





















JOÃO PESSOA

2011

SUMÁRIO

Persistência do canal arterial.........................................................................4

Etiopatogênia e características anatômicas..................................................4Fisiopatologia...............................................................................................5

Diagnóstico - Exame clínico........................................................................6

Eletrocardiograma.......................................................................................8

Radiografia do tórax....................................................................................8Ecocardiograma...........................................................................................8

Cateterismo cardíaco....................................................................................9

Prognóstico...................................................................................................9

Tratamento clínico.......................................................................................9

Tratamentocirúrgico...................................................................................11

Tratamento fisioterapêutico.........................................................................17

Referências.................................................................................................18























1. PERSISTÊNCIA DO CANAL ARTERIALConceitua-se a persistência do canal arterial como a manutenção de um vaso fetal funcionante após o nascimento, localizado na bifurcação da artéria pulmonar e início da aorta descendente, após a origem da artéria subclávia esquerda, na região conhecida como sítio da aorta, ou seja, o tipo mais comum de desvio de sangue (shunt) extracardíaco, representa a permeabilidade persistente do vaso que normalmenteconecta o sistema arterial pulmonar e a aorta, no feto.

A presença desse vaso é fundamental durante o período fetal, pois é através dele que o sangue, proveniente das câmaras direitas, alcança a circulação sistêmica.

O canal arterial representa cerca de 12% das cardiopatas congênitas, com maior incidências nos recém-nascidos pré-termo, principalmente quando associado a sofrimentorespiratório (Macruz,1984). Há uma predominância no sexo feminino, numa relação de 3:1.

O canal arterial pode surgir isoladamente ou associado a outras cardiopatias.



2. ETIOPATOGENIA E CARACTERÍSTICAS ANATÔMICAS

Vários fatores têm sido relacionados com a persistência do canal arterial. Entre a primeira e oitava semana de gestação, fatores teratógenos como rubéola e o uso de bebidas alcoólicas,anfetaminas e hidantoinatos pela gestante têm sido incriminados. Outro fator seria a influência genética, com uma incidência de 2% de defeitos cardíacos em parentes de portadores de canal arterial (Andreson, 1986). A prematuridade também interfere na manutenção do canal arterial, pois durante este período há déficit enzimático, redução da musculatura lisa, sobrecarga volumétrica e grausconsideráveis de hipóxia.

Em altitudes elevadas, a persistência do canal arterial é mais frequente, em virtude de níveis reduzidos de oxigênio na atmosfera.

Histologicamente, o canal difere das grandes artérias, pois estas são constituídas por várias camadas de fibras elásticas, distribuídas de formas circunferencial. No canal as camadas são de músculo liso, em forma espiralada, com uma íntima...
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