Pedagogia

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As Atitudes dos Pais em Relação à Educação dos Filhos

Um filho é criado para a vida não existem regras ou receitas para seguir para se obter êxito na boa educação de uma criança.
Muitas mães não estão preparadas para essa tarefa.
O comportamento de seus descendentes é um referencial fundamental para a formação de seus filhos.
Os pais muitas vezes são ausentes e nãosabem os problemas graves que isso pode lhe causar no lar, tornam esse apenas moradia. Outros pais protegem demais seus filhos, resolvendo seus problemas, achando que eles não conseguem as situações, esses filhos tornam se Dependentes de seus pais.
Existem também pais autoritários, criam seus filhos agressivos, impulsivos, com personalidade insegura, isso causa difícil adaptação com outrascrianças.
Tem mais os pais que permitem tudo, mimam seus filhos, e os tornam egoistas.
A indiferença de alguns pais para com os seus filhos, não mostram carinho e afeto
tornando as crianças tristes, tem dificuldade de relacionar-se, agem com os outros com frieza como são tratados.
Essa rejeição dos pais, causa uma diminuição da auto-estima.
Filhos criados e com carinhoentre pai e mãe, entre irmãos pais e filhos, conseguirão conviver socialmente fora de casa.
As crianças querem e merecem as atenção dos pais.

SONIA OLIVEIRA SILVA - Perfil do Autor:
Empresária, Graduada em Ciências/matemática, Especialista em Educação Infantil pela FACED, Faculdade de Educação da UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora) e Especialista em Mídia e Deficiência, pelaFACOM, Faculdade de Comunicação da UFJF.
http://www.artigonal.com/ciencia-artigos/as-atitudes-dos-pais-em-relacao-a-educacao-dos-filhos-459259.html


Educação na Escola

Em inúmeras vezes os trabalhos de redes estaduais e municipais nos confrontam com perguntas que evidenciam as dificuldades presentes entre o professorado, tanto para tornar a cultura umêxito central do processo curricular, como de conferir uma orientação multicultural as suas práticas. É muito indagado como se lidar com essa crianças tão “estranha” que apresenta tantos problemas, que tem hábitos e costumes tão “diferente” dos das crianças “bem educada”? Como “adapta-las” às normas, condutas e valores vigentes? Como ensinar-lhes os conteúdos que se encontram nos livros didáticos?Como prepará-la para os estudos posteriores? Como integrar a sua experiência de vida e de modo coerente com a função específica da escola? Tais questões refletem visões de cultura, escola, ensino e aprendizagem que não dão conta, a nosso ver, dos desafios encontrados em uma sala de aula “invadida” por diferentes grupos sociais e culturais, antes ausentes desse espaço.




Estamosdistantes de que Connell denomina de justiça curricular, pautada por 3 princípios
a) Interesses dos menos favorecidos;
b) Participação e escolarização comum;
c) A produção histórica da igualdade.
O critério da justiça curricular tem muito a ver com uma estratégia pedagógica que produz menos desigualdades nas relações sociais.
Com as especificidades e a complexidade do panorama social ecultural, sugerimos que a justiça curricular se amplia e se compreenda que a proporção das práticas pedagógicas questionam o poder que a sociedade contribuem par criar e preservar diferenças e deigualdades.
MC Carhy ( 1998) define como o conjunto de princípio tem sido empregado para categorizar e marginalizar grupos e indivíduos.
O ponto de vista de que no Brasil não é possível que esqueçamos adesigualdade.Como desse Souza Santos ( 2001,2003) existe uma grande necessidade de orientação multicultural nas escolas e nos currículos.Construir o currículo com essa tensão não é fácil, certamente será exigido novos procedimentos dos professores, que com certeza, muitos não aceitaram, não é uma tarefa suave.
Com base em pesquisa que foi coordenadas e de teorização que tem sido analizados tem a...
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