Pedagogia - pedagogia da esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido

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  • Publicado : 15 de novembro de 2011
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Pedagogia da Esperança:
um reencontro com a pedagogia do oprimido

Para Paulo Freire, a educação é uma prática política, tanto quanto qualquer prática política é pedagógica. A educação não éneutra, ela sempre se elabora na compreensão do fato exposto. Toda educação é um ato político, pois se fundamenta no ideário cultural onde o indivíduo está inserido e o momento histórico que se vive. E oseducadores necessitam construir conhecimentos com seus alunos tendo como horizonte um projeto político de sociedade, expondo os fatores em que o cidadão está inserido, buscando o diálogo e formas deresolução dos problemas. Os professores são, portanto, profissionais da pedagogia da política, da pedagogia da esperança, que irão trabalhar com o ideário do raciocino do educando, sempre com opropósito de formar um indivíduo crítico e participativo no meio social.
Quando muita gente faz discursos pragmáticos e defende nossa adaptações aos fatos, acusando sonhos e utopias não apenas deinúteis,mas também de inoportunos enquanto de elementos que fazem necessariamente parte de toda prática educativa, desocultadora de todas as mentiras dominantes, pode parecer estranho que eu escreva um livrochamado Pedagogia da Esperança, um reencontro com o Livro Pedagogia do Oprimido.
Para Paulo Freire, a prática educativa de opção progressista jamais deixará de ser uma aventura desveladora, umaexperiência de desolcutação da verdade. Em seus trabalhos, Freire defende a idéia de que a educação não pode ser um depósito de informações do professor sobre o aluno. Esta "pedagogia bancária", segundoFreire, não leva em consideração os conhecimentos e a cultura dos educadores. Respeitando-se a linguagem, a cultura e a história de vida dos educandos, pode-se levá-los a tomar consciência da realidade queos cerca, discutindo-a criticamente. Conteúdos, portanto, jamais poderão ser desvinculados da vida. Paulo Freire cultiva o nexo escola/vida, respeitando o educando como sujeito da história. Não...
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