Pdgb

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO
DISCIPLINA DE PLANEJAMENTO URBANO I
PROFª. DRª. ROBERTA M.RODRIGUES.

Antônio Santiago Borges 07004001301
Débora Costa Silva 09004004301
Fernando Augusto Vaz Vieira 08004005101
Mariane 04004003401

PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA GRANDE BELÉM-PDGB.

BELÉM-PA
2012
Antônio Borges
Débora Costa Silva
Fernando Augusto VazVieira
Mariane

PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA GRANDE BELÉM-PDGB

Trabalho apresentado como requisito parcial de avaliação da disciplina Planejamento Urbano, do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Ufpa, sob a orientação da Profª Drª. Roberta Menezes Rodrigues

BELÉM – PA
2012
CONTEXTO HISTÓRICO DE ELABORAÇÃO DO PLANO
O Plano de Desenvolvimento da Grande Belém (PDGB) nasce dentro de umcontexto, onde a Amazônia é vista pelo Estado como a nova Fronteira de Expansão, conforme podemos perceber no trecho abaixo, do primeiro volume do Plano, Tomo I, que diz:
“uma região pioneira em fase de mudanças, que graças a uma combinação feliz, mas não casual, das tendências estruturais do mercado mundial e das crescentes necessidades de desenvolvimento do resto do país, apresenta um espectrobastante promissor de setores econômicos dotados de vantagens comparativas de complementariedade com a economia nacional”.
Na década de 70, o Governo Federal aplicou políticas de desenvolvimento econômico denominado superplanos, através dos quais foi viabilizada a criação de 15 pólos de desenvolvimento agropecuários e mineração (Fig.01). Foram criadas as agências de desenvolvimento e aplicados planosde adequação urbanística voltada ao desenvolvimento econômico e social. No presente trabalho iremos abordar de maneira sucinta o PDGB, que foi desenvolvido em escala metropolitana abrangendo a cidade de Belém e seus distritos, além do município de Ananindeua.
Os estudos sobre a região Amazônica ainda que, neste momento, pareça ser incompleto, o que já se conhece possibilita incluir a Amazôniacomo área de futuro econômico garantido.
Como a região é espacialmente descontínua e setorialmente seletiva, a estratégia para a região seria configurado pela implantação de polos, onde a Região Metropolitana de Belém (RMB), apesar da retração de suas áreas de influência imediata e direta, não teria o retrocesso em seu desenvolvimento. O poder centralizador de Belém será mantido e mesmo ampliado,em termos de área de influência direta (Fig.02), devido o reforço das seguintes funções:

* Portuária, garantindo-se assim as atividades de redistribuição de matérias-primas regionais importadas;
* Industrial, prevendo-se inclusive a necessidade futura da integração de Barcarena na RMB, com maior repercussão no início da década de 80;
* Tecnológica, a qual já desenvolvida merecerá todoo apoio possível;
O PDGB assume assim a estratégia de desenvolvimento regional contida no II PND e no II PDA, denominada de Polamazônia.
Esta visão idealizada e otimista do processo de expansão capitalista decorre também a teoria de estruturação e de crescimento urbano implícita no Plano. Tal teoria é influenciada pelas formas de organização e expansão urbanas norte-americanas, na qualpressupõe que as cidades ao se desenvolverem vão gerando a correção espontânea de suas próprias disfunções.
Esta influência exógena, no PDGB, parece decorrer sobretudo da utilização de modelos de organização do espaço e de transporte urbanos criados em função da realidade suburbana norte-americana.
Um exemplo citado por aqueles que defendem esta teoria é o surgimento espontâneo, num dado momento doprocesso urbano, de núcleos secundários de comércio e serviços, os quais evitam os congestionamentos e o esgotamento do núcleo principal.
Nas concordâncias citadas acima, pouca ênfase é dada ao papel do Estado, o qual fica limitado ao acompanhamento do processo, com a criação da infraestrutura e equipamentos.









Fig.01: Áreas prioritárias do II PND. Fonte: SUDAM...
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