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Línguas
portuguesa
e
estrangeira

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO
Pro-reitoria de Graduação e Extensão
Comissão para aplicação do vestibular
COAVE

Este caderno de provas
contém o tema da redação e 24 quesquestões objetivas.

P reencha, na coluna I do cartão-resposta, a(s)
quadrícula(s) correspondente(s) à(s) proposição(ões) correta(s)
e, na coluna II, a(s) quadrícula(s) correspondente(s)à(s)
proposição(ões) errada(s).

(Reproduzida da revista Educação)

LÍNGUA PORTUGUESA

REDAÇÃO

Identificação do vestibulando
Nome:______________________________
Inscr.:_____________Id.:_______________
Assin.:______________________________

Observe a imagem
ao lado. Em cada rosto, um sonho... Todos
têm direito a um sonho...
Qual é o seu sonho?

VOCÊ ESTARÁ ELIMINADO DO VESTIBULAR, se a nota da suaredação for menor que 2,0 (dois)

Literatura brasileira
3 - 3 Na antítese do verso “Monstro de escuridão e rutilância”, é possível ler uma acepção dramática do homem:
trata-se de um estranho ser, misto de brilho (de grandeza) e de treva (de baixeza).
4 - 4 Epigênesis é um termo do mundo das ciências (“teoria
da formação dos seres por gerações graduais”) incorporado à poesia pelo autor do EU, o queilustra o seu
conhecimento de teses científicas então em voga.

01
A literatura brasileira, ao apagar das luzes do século
XIX e início do seguinte, vive uma profunda mudança. Ali, o
feio é introduzido, de forma sistemática, na arte literária, passando a conviver com o belo. O poeta brasileiro que, segundo
opinião unânime dos estudiosos, marca essa transição é o
paraibano Augusto dos Anjos, cujosversos são a expressão
artística do feio, tanto na forma quanto na temática.

02

I - II
0 - 0 Quanto à forma, Augusto dos Anjos incorpora à prática
poética palavras até então estranhas ao mundo da poesia:
“Eu, filho do carbono e do amoníaco,
Monstro de escuridão e rutilância,
Sofro, desde a epigênesis da infância,
A influência má dos signos do zodíaco”.
1 - 1 Quanto à temática, deduz-se, daleitura da estrofe transcrita na proposição anterior (0-0), que a concepção de
vida desse poeta paraibano difere frontalmente do que,
geralmente, as religiões dizem a respeito da origem do
ser humano.
2 - 2 Não é possível estabelecer nenhuma relação entre qualquer expressão ou idéia presentes na referida estrofe da
proposição 0-0 e as concepções desenvolvidas pelas ciências (como a química e abiologia), no século XIX.

O Recife e o rio Capibaribe estão presentes na obra
de inúmeros poetas, nos quais despertaram sentimentos diversos e provocaram atitudes distintas.
I - II
0 - 0 Saudades da infância:
“Rua da União...
A casa do meu avô...
Nunca pensei que ela acabasse!
Tudo lá parecia impregnado de eternidade”.
(Manuel Bandeira)

1 - 1 Observação crítica dos seus problemas:
“A não ser estacidade
que vim encontrar sob o Recife:
sua metade podre
que com lama podre se edifica”. (João Cabral)

01

2-2

3-3

4-4

Narração de episódios cíclicos vividos pelos recifenses:
“Cheia! As cheias! Barro boi morto árvores destroços
[redemoinho sumiu...”
(Manuel Bandeira)
Denúncia dos processos de degradação do rio, em
cujas margens a cidade se estende:
“Aquele rio
era como um cão sem plumas.
Nadasabia da chuva azul,
da fonte cor-de-rosa,
de água do copo de água,
da água de cântaro,
dos peixes de água,
da brisa na água”.
(João Cabral)
Descrição de características físicas que marcam somente aqueles nascidos na cidade do Recife:
“Somos muitos Severinos
iguais em tudo na vida:
na mesma cabeça grande
que a custo é que se esquilibra,
no mesmo ventre crescido
sobre as mesmas pernas finas
eiguais também porque o sangue
que usamos tem pouca tinta”. (João Cabral).

04
Um dos temas mais freqüentes em toda a história dos
escritos literários é o amor. Nos diferentes discursos a respeito desse sentimento, é possível ler concepções distintas sobre
o amor, através dos tempos.
I - II
0-0

1-1

03
Na literatura contemporânea, é possível ler, nas próprias obras literárias, opiniões curiosas de...
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